- A Comissão Europeia aprovou o Plano de Recuperação revisto da Hungria, no contexto da cimeira do novo primeiro-ministro Péter Magyar em Bruxelas, a 19 de junho de 2026.
- O plano permite à Hungria aceder a dez mil milhões de euros dos fundos de recuperação pós-Covid-19 da União Europeia.
- Inclui projetos ferroviários, infraestruturas energéticas e programas de construção de habitação; depende da aprovação final do Conselho, prevista para julho.
- Para desbloquear os fundos, o país tem de cumprir vinte e sete marcos até ao final de agosto.
- Em maio, Magyar e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, acordaram mobilizar dezasseis mil milhões de euros, montante que tinha sido retido pela UE devido a preocupações com corrupção.
O Parlamentar e o Governo húngaro estiveram no centro de uma decisão da Comissão Europeia: a aprovação do Plano de Recuperação revisto da Hungria, no valor de 10 mil milhões de euros. O anúncio foi feito durante a cimeira europeia, em Bruxelas, no dia 19 de junho de 2026, com o novo primeiro-ministro Péter Magyar à frente.
O plano revisto inclui projetos ferroviários, infraestruturas energéticas e programas de construção de habitação. A aprovação depende, ainda, do visto do Conselho dos Estados-membros, com uma posição prevista para julho. São exigidos 27 marcos a cumprir até ao final de agosto para desbloquear os fundos.
Em maio, Magyar chegou a acordo com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para mobilizar 16,4 mil milhões de euros. O montante tinha sido congelado pela UE durante o governo anterior, devido a preocupações com corrupção.
Situação do processo
Péter Magyar destacou, em conferência de imprensa, que o plano apresentado hoje substitui documentos anteriores e alinhará a Hungria aos padrões da UE. O objetivo é restabelecer a confiança europeia e facilitar o acesso aos fundos de recuperação.
As negociações com Bruxelas tiveram várias semanas de intensas conversações. O objetivo é retomar o ritmo de integração europeia e permitir o financiamento de projetos estratégicos para o desenvolvimento do país.
A aprovação final do plano depende da aprovação dos 27 Estados-membros no Conselho, após avaliação das condições previstas no acordo com a Comissão. O processo continua aberto até à conclusão formal do ato de aprovação.
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