- Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirmou que limpar grafites na cidade custa milhões de euros por ano.
- A declaração foi feita em entrevista ao NOW.
- Repudiou os confrontos ocorridos após a manifestação da CGTP desta quarta-feira.
- Reforçou que “o direito de destruir o património da cidade não é um direito”.
Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirmou em entrevista ao NOW que a limpeza de grafites na cidade ascende a milhões de euros por ano. O autarca comentou ainda os confrontos registados após a manifestação da CGTP, ocorrida nesta quarta-feira. A posição dele é de condenação da destruição do património da cidade.
Moedas explicou que o impacto financeiro é relevante para o orçamento municipal e que a preservação do património urbano é prioridade. O comentário foi feito no âmbito de uma entrevista publicada pelo NOW, em que o tema da mobilidade e da segurança também ganhou destaque.
Custos de limpeza de grafites em Lisboa
Em Lisboa, a administração municipal tem feito frente a despesas associadas à remoção de grafites e à vigilância de áreas sensíveis. O autarca pediu maior responsabilização e respeito pelo espaço público, apontando que atos de vandalismo não justificam danos patrimoniais de valor cultural e económico.
Os detalhes da entrevista não foram divulgados em exclusivo, mas Moedas reiterou que o município continua a investir em manutenção urbana e em estratégias de prevenção para reduzir danos futuros. O foco permanece na proteção do património e na gestão adequada dos recursos municipais.
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