- O Governo dos EUA impôs sanções económicas a várias pessoas cubanas, incluindo o Presidente Miguel Díaz-Canel e membros da família Castro.
- Entre os sancionados estão a mulher de Díaz-Canel, o enteado, o filho e um neto de Raúl Castro, bem como o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias.
- Desde julho de dois mil e vinte e cinco, Díaz-Canel já estava sujeito a sanções diplomáticas do Departamento de Estado dos EUA.
- As relações entre Eua e Cuba deterioraram-se desde o início do ano; Washington também mantém um bloqueio petrolífero de facto e indiciou Raúl Castro num caso de dois mil e noveenta e seis.
- Mesmo com as sanções, os dois governos dizem manter contactos diplomáticos; Alejandro Castro Espín, filho de Raúl, teve papel noutras negociações secretas que levaram ao restabelecimento de relações em dois mil e quinze.
O Governo dos Estados Unidos anunciou sanções económicas dirigidas a várias figuras cubanas, incluindo o Presidente Miguel Díaz-Canel, a sua mulher e o enteado. Entre os sancionados está também o filho e um dos netos do ex-Presidente Raúl Castro, sem ocuparem cargos oficiais.
As medidas atingem ainda o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias cubano. Díaz-Canel já estava sujeito a sanções diplomáticas desde julho de 2025, segundo o Departamento de Estado norte-americano.
Contexto de relações e motivações
As relações entre Washington e Havana deterioraram-se desde o início de 2026, com o bloqueio petrolífero e novas sanções a empresas e dirigentes cubanos. O primeiro-Ministro americano tem vindo a descrever a ilha como uma ameaça à segurança nacional.
Apesar das sanções, os dois países mantêm contactos diplomáticos, e Alejandro Castro Espin, filho de Raúl Castro, participou em negociações que conduziram, em 2015, ao restabelecimento de relações diplomáticas entre Cuba e os EUA.
Quando se impõem sanções, os bens nos EUA ficam congelados e cidadãos norte-americanos são proibidos de realizar negócios com as entidades sancionadas.
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