- Washington está a preparar o aniversário de 250 anos dos EUA com o evento “Freedom 250” de Trump; foi montada uma jaula de octógono no relvado sul da Casa Branca para o UFC, o que gerou críticas.
- Foi anunciada a Great American State Fair, a realizar-se no National Mall entre 25 de junho e 10 de julho, com um cartaz musical de décadas passadas.
- Entre os artistas anunciados estavam Vanilla Ice, Martina McBride, C+C Music Factory, Flo Rida e outros; Morris Day e Young MC afastaram-se do cartaz, com Day a negar atuação e MC a indicar que não foi informado de envolvimento político.
- A reação online foi amplamente negativa, com comentários que o cartaz parece uma paródia e que o evento desperdiça dinheiro em contexto de inflação e cortes em serviços públicos.
- O financiamento do Freedom 250 é feito por uma parceria público-privada, incluindo Palantir, Oracle, Deloitte e Lockheed Martin; o tema atrai escrutínio no Congresso por uso de fundos federais.
O 250.º aniversário dos Estados Unidos é marcado pela organização de um conjunto de eventos sob o rótulo Freedom 250. Em Washington, a preparação inclui a montagem de uma jaula de UFC no relvado sul da Casa Branca, para um espetáculo controverso. A iniciativa tem gerado críticas e desistências entre artistas.
No terreno, junto ao National Mall, surgiu o maior foco de atenção: o evento Great American State Fair, previsto para decorrer entre 25 de junho e 10 de julho, em Washington, DC. O cartaz musical já suscita reações negativas nas redes sociais, com acusações de que a celebração equivale a um circo.
Artistas anunciados inicialmente incluem Vanilla Ice, Martina McBride, C+C Music Factory, Young MC, Morris Day, Bret Michaels, Flo Rida e Fab Morvan. Contudo, houve recuos públicos de alguns intérpretes, que afastaram-se do cartaz.
Morris Day negou, via Instagram, que iria atuar na Great American State Fair, aclarando que não está envolvido no evento. Young MC também retirou-se, afirmando que não foi informado sobre eventual ligação política do projeto.
A reação online refere o projeto como inadequado, com críticas a financiarções de alto custo para fins alinhados a figuras políticas. Observadores chamam o espetáculo de “piada” e destacam o desfasamento com problemas sociais atuais.
Paralelamente, a organização afirma que a celebração pretende reunir, numa única mostra, todos os estados e territórios dos EUA, com música ao vivo, diversões de feira e atividades interativas. O objetivo é apresentar a diversidade nacional a visitantes de todo o país.
O Freedom 250 é financiado através de uma parceria público-privada, envolvendo empresas de tecnologia e grandes contratantes federais. O uso de fundos públicos em eventos associados a Trump tem gerado escrutínio por parte de grupos de vigilância e de membros do Congresso.
O grupo Public Citizen tem pedido investigações ao Congresso sobre a transparência e a utilização de doações para acesso ao presidente. Relatórios recentes indicam que grandes doadores teriam acesso ao líder político mediante contribuições significativas.
O Great American State Fair começa a 25 de junho e prolonga-se até 10 de julho no National Mall, em Washington, DC, numa edição que pretende celebrar a nação por meio de atividades culturais, musicais e interativas.
Entre na conversa da comunidade