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Zapatero é acusado de tráfico de influências e branqueamento

Ex-primeiro-ministro José Luís Zapatero é acusado de tráfico de influências e branqueamento, alegadamente lucrando quase dois milhões com o resgate da Plus Ultra

Antigo primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero
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  • A Audiencia Nacional acusa José Luís Zapatero de chefiar uma rede de tráfico de influências e branqueamento ligada ao resgate público da companhia aérea Plus Ultra durante a pandemia.
  • Segundo a acusação, Zapatero e o seu círculo próximo, incluindo as filhas, teriam lucrado perto de dois milhões de euros com o esquema, com o dinheiro branqueado através de várias empresas ligadas a Julio Martínez Martínez; uma dessas empresas, com sede no Dubai, teria sido criada por ordem de Zapatero.
  • A Plus Ultra foi resgatada pelo governo em março de 2021, num investimento de 53 milhões de euros; 530 mil euros teriam sido revertidos, a título de comissão, para a Análisis Relevante, que pagou 490 mil euros a Zapatero por consultoria e 239 mil euros à empresa das filhas.
  • A acusação sustenta ainda que a trama serviu para branqueamento de milhões desviados por responsáveis do regime venezuelano.
  • Zapatero nega irregularidades e afirma estar disponível para colaborar com a Justiça.

O antigo primeiro-ministro espanhol José Luís Zapatero foi acusado de liderar uma rede de tráfico de influências e branqueamento de capitais. A acusação envolve o resgate público da companhia aérea Plus Ultra durante a pandemia, por alegada vantagem ilícita obtida entre 2020 e 2021. Segundo a Audiência Nacional, o esquema visaria beneficiar aliados próximos.

A acusação sustenta que Zapatero e o seu círculo, incluindo as duas filhas, teriam lucrado quase 2 milhões de euros com o esquema. O dinheiro teria sido branqueado através de várias empresas associadas a Julio Martínez Martínez, um amigo próximo do ex-PM. Uma dessas empresas, sediada no Dubai, terá sido aberta por ordem de Zapatero.

Plus Ultra recebeu intervenção pública em março de 2021, com 53 milhões de euros do governo liderado por Pedro Sánchez. Um terço do montante foi canalizado para a Análisis Relevante, empresa de Martínez Martínez, que pagou 490 mil euros a Zapatero por supostos serviços de consultoria e 239 mil euros à firma de marketing das filhas do ex-PM.

Acusação e eventual participação de terceiros

A acusação sustenta ainda que parte do montante foi usado para lavar fundos desviados por responsáveis do regime venezuelano. Zapatero nega qualquer irregularidade e afirma estar disponível para colaborar com a Justiça. O caso segue em investigação na Audiência Nacional, com o juiz José Luis Calama a liderar o processo.

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