- Miguel Poiares Maduro afirma que o PS e o PSD podem acabar, ou um deles, se não houver reformas profundas.
- O cientista político diz que a mutação do espaço público tem “equivalência com a invenção da impressão”.
- O autor teme uma erosão do nexo de representatividade.
- Maduro foi ministro adjunto e para o Desenvolvimento Regional de Pedro Passos Coelho e é militante do PSD.
- Em 2020 assinou uma moção, também com o actual ministro Leitão Amaro, que dizia que, se o PSD não se reformasse, os portugueses podiam mandá-lo para a reforma.
Em declarações recentes, Miguel Poiares Maduro, cientista político e ex-ministro adjunto do Desenvolvimento Regional, alertou para mudanças profundas no espaço público. O texto aponta para consequências institucionais para os partidos.
O pensador, que também é militante do PSD, recorda a importância da representatividade e teme uma erosão do nexo entre eleitores e representantes. A análise insere-se no debate sobre reformas políticas.
Entre os factos recordados, Poiares Maduro relembra uma moção de 2020, assinada por militantes incluindo Leitão Amaro, que defendia reformas profundas no PSD. O objetivo era evitar que o partido se mantivesse sem mudanças estruturais.
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