- Nuno Melo foi reeleito presidente do CDS-PP no 32.º congresso do partido, realizado em Alcobaça, com 89,7% dos votos.
- Durante o discurso de encerramento, afirmou que o valor da Aliança Democrática (AD) é, hoje em dia, “um ativo sem preço” em parlamentos fragmentados.
- O líder centrista afirmou que o Governo não depende apenas do CDS e abriu a defesa de evitar uma nova crise política causada por “socialismos e populismos”.
- O congresso foi marcado por críticas à diluição do CDS com o PSD, com Nuno Correia da Silva a defender que o partido precisa ser “muito mais” do que tem sido.
- Melo lembrou que o CDS é “a quarta força autárquica” e destacou que tem mais mandatos que BE, PAN, IL e Chega juntos, reiterando a relevância do partido desde 1974.
Nuno Melo foi reeleito presidente do CDS-PP com 89,7% dos votos no 32º congresso, realizado em Alcobaça. O líder reiterou a confiança na coligação CDS-PP/PSD, afirmando que o valor da Aliança Democrática é hoje um ativo sem preço.
No encerramento, Melo sublinhou que, em parlamentos fragmentados, a AD representa uma base estável. Garantiu que o CDS não acabou e que a aliança pode evitar crises políticas geradas por socialismos e populismos.
O Congresso contou críticas à diluição centrista com o PSD, com o ex-candidato Nuno Correia da Silva a pedir maior identidade do CDS. José Manuel Rodrigues pediu aos centristas que afirmem diferenças face ao PSD.
Melo destacou ainda que o CDS é a quarta força autárquica, com mais mandatos do que BE, PAN, IL e Chega juntos. Reiterou a ideia de manter o impulso histórico do partido, assinalando a relevância do CDS desde 1974.
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