- Angela Rayner foi ilibada pela autoridade tributária de fraude fiscal, abrindo caminho a possível candidatura à liderança do Labour.
- A ex-primeira-ministra e vice-líder do Partido Trabalhista demitiu-se no ano passado após alegação de fraude fiscal.
- Em setembro de 2025 admitiu ter pago a menos cerca de quarenta e seis mil euros de imposto de selo na compra de um apartamento em Hove, avaliado em 900.00 euros.
- A investigação concluiu que não houve fraude fiscal e Rayner não recebeu multa, apenas liquidou o imposto em atraso.
- Keir Starmer, líder do governo e do Labour, enfrenta pressões para abandonar o cargo, com funcionários ministeriais a pedir a sua saída, o que já foi recusado.
Angela Rayner, ex-líder adjunta do Partido Trabalhista, foi ilibada pela autoridade tributária britânica após investir numa alegação de fraude fiscal. A notícia, divulgada pelo The Guardian, chega num momento de pressão interna no governo liderado por Keir Starmer.
Em setembro de 2025, Rayner reconheceu ter pago cerca de 46 mil euros a menos de imposto de selo na compra de um apartamento em Hove, avaliado em 900 mil euros, devido a aconselhamento jurídico inadequado. A própria administração fiscal concluiu que não houve fraude.
A ex-ministra da Habitação afirmou, em entrevista ao The Guardian, ter ficado marcada pela exposição pública que envolveu o seu filho com deficiência. O imóvel em questão chegou a ser vandalizado com grafites durante o processo.
A antiga dirigente não recebeu multa relacionada com o caso, tendo apenas regularizado o imposto em atraso. A demissão de Rayner ocorreu no ano passado, após as primeiras acusações, momento em que o debate político dentro do Governo ganhou força.
Keir Starmer, chefe do executivo e do Partido Trabalhista, enfrenta uma crise política recente. Várias altas figuras do governo, incluindo a ministra da Fé e das Comunidades e três assessores, pediram a saída de Starmer, posição que o líder recusou até ao momento.
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