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Governo Trump elimina caução de visto de 15 mil dólares para adeptos do Mundial

EUA dispensa caução de visto de 15 mil dólares para adeptos com bilhete FIFA, de Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia, para o Mundial de 2026

Filadélfia é uma das 16 cidades anfitriãs do Mundial deste verão
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  • O governo dos Estados Unidos elimina a caução de visto, que podia chegar a 15 mil dólares, para adeptos elegíveis que viajem para o Mundial de Futebol de 2026.
  • A isenção aplica-se a fãs de cinco países — Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia — desde que tenham bilhetes oficiais da FIFA.
  • Jogadores, treinadores e parte da equipa técnica já estavam dispensados; agora também ficam isentos os adeptos desses países que compraram bilhetes legítimos.
  • Quem ficar isento pode usar o passe FIFA, que acelera entrevistas para visto, para facilitar a entrada nos EUA durante o torneio.
  • O Mundial começa a 11 de junho e o evento é coorganizado pelos Estados Unidos, Canadá e México; continuam as restrições para viajantes do Irão e do Haiti.

O governo dos Estados Unidos confirmou a suspensão da caução de visto de até 15 000 dólares para adeptos elegíveis que viajem para o Mundial de Futebol 2026. A medida, anunciada pela administração Biden, aplica-se a quem possuir bilhete oficial da FIFA. O objetivo é facilitar a entrada de fãs internacionais.

A isenção abrange cidadãos de cinco países, Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia, que já tinham ficado livres da caução para jogadores e equipa técnica. Viajantes com bilhete válido passam a não pagar o depósito de garantia no visto.

Quem já não tiver de pagar poderá usar o passe da FIFA, criado em novembro, que acelera entrevistas de visto. A medida surge num contexto de críticas à imigração restritiva e taxas elevadas que limitam a entrada de viajantes para o Mundial.

O Mundial de 2026 decorrerá nos EUA, Canadá e México, com início em 11 de junho. Apesar da flexibilização, continuam válidas restrições para cidadãos do Irão e do Haiti, que permanecem proibidos de visitar os EUA.

Organizações de direitos humanos pedem atenção ao clima político do país. A Amnistia Internacional e outras entidades alertam para riscos de viagem, destacando o impacto de políticas de imigração na mobilidade de fãs.

O setor turístico reagiu com cautela, apontando atrasos e custos de vistos como entraves à procura internacional. A American Hotel and Lodging Association aponta reservas de hotel abaixo do esperado no torneio.

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