- O líder do Chega disse que o partido e o PSD vão definir uma calendarização conjunta para avançar com a revisão constitucional.
- Falou aos jornalistas na Assembleia da República após reunião com o primeiro-ministro e o líder do PSD, Luís Montenegro.
- Afirmou que acredita ser possível avançar com essa calendarização, ainda sem uma reunião entre as lideranças parlamentares do Chega e do PSD.
- O vice-presidente da bancada do PSD, António Rodrigues, afirmou que o partido não apresentará projeto de revisão constitucional e inviabilizará as propostas do Chega.
- Na semana passada, o presidente do Chega manifestou abertura para ser flexível na calendarização dos trabalhos da revisão constitucional.
O líder do Chega afirmou, na Assembleia da República, que o Chega e o PSD vão definir uma calendarização conjunta para avançar com a revisão constitucional. O objetivo é acelerar o processo dentro de uma coordenação entre os dois partidos.
A posição foi anunciada após uma reunião entre o dirigente do Chega e o Primeiro-Ministro e líder do PSD, Luís Montenegro. O objetivo é assegurar uma articulação entre as lideranças parlamentares para viabilizar o apelo de revisão.
O presidente do Chega indicou que, apesar de ainda não ter reunido a liderança parlamentar do partido nem o líder parlamentar do PSD, confia que é possível avançar com avanços no processo.
Desdobramentos e posições
O vice-presidente da bancada do PSD, António Rodrigues, afirmou que o partido não apresentará nenhum projeto de revisão constitucional no âmbito do processo desencadeado pelo Chega, inviabilizando as propostas apresentadas pelo partido.
Na semana anterior, o Chega já tinha manifestado disponibilidade para ser flexível quanto à calendarização dos trabalhos da revisão constitucional, mantendo o foco no objetivo de avançar com o processo.
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