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Carneiro rejeita insinuação do Chega sobre saída do presidente do TC

Carneiro rejeita insinuação do Chega sobre pressão do PS na renúncia do presidente do Tribunal Constitucional e mantém o foco na formação profissional

José Luís Carneiro participou esta quarta-feira numa formação de baristas durante uma visita à Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Setúbal,
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  • José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, visitou a Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Setúbal e falou sobre a importância do ensino profissional.
  • Contestou a insinuação do Chega de que houve pressão do PS para o presidente do Tribunal Constitucional renunciar, dizendo que isso “não cabe na cabeça de ninguém”.
  • Reiterou que a prioridade atual é o ensino profissional, a formação e as oportunidades para cerca de 140 mil jovens.
  • Refere que ainda não houve contactos entre o PSD e o PS sobre uma possível reforma laboral e defende uma agenda centrada em formação, qualificação e educação da população adulta.
  • Enfatizou que a forma de aumentar a riqueza do país passa pela formação de jovens e adultos, e que os 140 mil jovens que não estudam nem trabalham podem contar com o PS.

José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, reagiu nesta quarta-feira à sugestão do Chega de que a renúncia do presidente do Tribunal Constitucional tenha sido forçada pela pressão do PS. Durante uma visita a Setúbal, reiterou a prioridade do ensino profissional.

A atividade decorreu no âmbito da Rota pelo Ensino e Formação Profissional, na Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Setúbal. Carneiro insistiu na necessidade de definir com clareza as medidas para a formação de jovens e trabalhadores.

Sobre a reforma laboral, o dirigente afirmou que o Governo deve tratar de definir objetivos concretos. Disse ainda que não houve contactos entre PSD e PS sobre o tema e que a agenda do PS é centrada na formação, qualificação e articulação entre ensino profissional e o superior.

Carneiro sublinhou que, para a competitividade e produtividade da economia portuguesa, é essencial investir na formação de jovens e na formação de adultos, bem como na reconversão de trabalhadores. O foco permanecem as oportunidades para 140 mil jovens.

Questionado se o PS apoiará a futura reforma que seguirá para o parlamento, o secretário-geral evitou um posicionamento claro, referindo apenas que os 140 mil jovens sem estudo ou emprego podem contar com o partido.

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