- Nuno Correia da Silva apresenta a moção Liberdade para concorrer à liderança do CDS, no congresso de Alcobaça, a 16 e 17 de maio.
- O antigo dirigente sustenta que o CDS está “absolutamente diluído” na coligação com o PSD e carece de afirmação própria.
- Critica o partido por não ter “uma ideia mobilizadora” nem um “discurso alternativo” ao do ódio.
- A moção Liberdade visa apresentar um rumo novo para o CDS e abrir caminho à candidatura à liderança.
- O congresso decorre em Alcobaça nos dias 16 e 17 de maio.
O antigo dirigente do CDS, Nuno Correia da Silva, vai apresentar no congresso centrista a moção Liberdade, com vista à liderança do partido. O congresso decorre em Alcobaça nos dias 16 e 17 de maio.
Correia da Silva sustenta que o CDS está absolutamente diluído na coligação com o PSD e não possui uma afirmação própria. A moção Liberdade visa erguer uma alternativa à atual orientação do partido, centrada numa liderança própria.
O opositor já foi dirigente durante a liderança de Manuel Monteiro e recorda esse passado para defender uma mudança no rumo. O objetivo é disputar a liderança do CDS.
A moção apresentada pretende tornar o CDS mais independente e menos dependente da coligação com o PSD. Através da liderança, o seu autor propõe redefinir o projeto e a identidade centrista.
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