- Em sessão solene do 25 de abril, Aguiar-Branco abordou deveres de transparência dos políticos.
- João Paulo Batalha, consultor de políticas anticorrupção e vice-presidente da Frente Cívica, discorda dessa leitura.
- Batalha afirmou ao Correio da Manhã que o presidente da Assembleia da República “caricaturou restrições que não existem”.
- A declaração enquadra-se numa discussão sobre o que é exigido em termos de transparência na atuação política.
- A notícia cita a posição de Batalha como resposta às observações de Aguiar-Branco durante a sessão comemorativa.
O presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, foi acusado de “caricaturar restrições que não existem” na sua intervenção durante a sessão solene dedicada ao 25 de Abril. A crítica foi avançada por João Paulo Batalha, consultor de políticas anticorrupção e vice-presidente da Frente Cívica, em declarações ao Correio da Manhã.
Segundo Batalha, a abordagem do presidente da Assembleia sobre os deveres de transparência dos políticos não corresponde à realidade das regras vigentes. O interlocutor sublinha que as limitações mencionadas não existem ou não se aplicam aos termos utilizados.
A queixa surge no contexto da cerimónia comemorativa do 25 de Abril, realizada na Assembleia da República, onde se discutem compromissos de integridade pública. Batalha defende que a comunicação do presidente não reflete as normas existentes, acrescentando que a discussão deveria basear-se em dados e regras oficiais.
A Frente Cívica reforça a importância de apurar completamente os factos relatados, mantendo o foco na atuação institucional. A posição de Batalha foi veiculada através do jornal Correio da Manhã, sem indicação de outras fontes oficiais até ao momento.
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