- O Governo informou que a nova rede de comunicações de emergência do SIRESP só deverá estar operacional a partir de 2038, devido à mudança profunda do sistema.
- Um grupo de trabalho concluiu que o SIRESP atual tem limitações em momentos críticos e defende a criação de uma nova entidade com maior autonomia operacional.
- O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse que não há risco zero na transição e que há medidas de curto e médio prazo para este governo e outras para o seguinte.
- O Governo prevê investir cerca de 36 milhões de euros para tornar a rede mais autónoma energeticamente e com redundâncias.
- O anúncio foi feito na apresentação das alterações ao sistema, assentes na necessidade de reformar a rede de comunicações de emergência do Estado.
O Governo anunciou que a reconfiguração do SIRESP, a rede de comunicações de emergência do Estado, não ficará operativa antes de 2038. A previsão foi apresentada numa ocasião em que se discutem mudanças para evitar falhas em situações críticas.
Um grupo de trabalho designado para a substituição do SIRESP indicou limitações do sistema atual e a necessidade de uma nova entidade com maior autonomia de gestão. A ideia é criar uma estrutura que permita reforçar a independência operacional do serviço.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reforçou que não existe “risco zero” na mudança em curso e que existem medidas de curto e médio prazo já em curso, bem como etapas que ficarão para o próximo mandato. O objetivo é enfrentar problemas atuais sem perder de vista o interesse público.
Para tornar a rede mais resiliente, o Governo prevê um investimento estimado em 36 milhões de euros. O objetivo é aumentar a autonomia energética da rede e criar redundâncias para evitar falhas semelhantes às ocorridas recentemente.
Investimento e prazos
- O montante visa garantir maior robustez técnica e operacional da rede de emergência.
- Ação de padronização e melhoria de infraestruturas deverá operacionalizar-se gradualmente, mantendo o funcionamento ativo do sistema existente.
- O calendário apresentado aponta para uma implementação plena apenas em 2038 ou posteriormente, conforme evolução das prioridades governamentais.
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