- Numa celebração do 1º de maio, ficou marcado o anúncio de uma nova greve geral convocada pela CGTP.
- O PS pediu ao Governo que deixe cair as alterações à reforma laboral, disse o secretário-geral José Luís Carneiro.
- O PCP, através de Paulo Raimundo, afirmou que o pacote de alterações tem de ir ao chão.
- O Bloco de Esquerda, com José Manuel Pureza, disse que a derrota da reforma está na iminência.
- O Livre, por Isabel Mendes Lopes, afirmou que o Governo parece ser o único que não percebe a rejeição às alterações ao código do trabalho.
Numa celebração do 1.º de Maio marcada por críticas à reforma laboral do Governo, os diferentes partidos à esquerda anunciaram posições firmes contra o pacote de alterações. O dia teve um tom de protesto e de alerta para uma greve geral que já tinha sido anunciada pela CGTP para 3 de junho.
As declarações destacaram o pedido de derrubar o conjunto de medidas propostas pelo Executivo. O peso das intervenções recaiu sobre a necessidade de alterações que reduzam a precariedade no trabalho e reorganizem o código laboral. O ambiente foi de contestação pública, com contributos de várias formações políticas.
Reações da esquerda
Pelo Partido Socialista, o diplomático José Luís Carneiro reiterou o apelo para que o Governo retire as alterações. Do PCP, Paulo Raimundo destacou que o pacote precisa de ir ao chão para ser discutido. O Bloco de Esquerda ouviu a perspetiva de José Manuel Pureza, que entende a derrota da reforma como iminente. Já o Livre apontou que o Governo parece o único a não perceber a rejeição às mudanças.
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