- O Fundo Monetário Internacional (FMI) critica os apoios à habitação jovem e ao IRS Jovem em Portugal, defendendo que sejam revertidos.
- Afirma que estas garantias distorcem os preços do mercado imobiliário e não reduzem a emigração.
- O FMI recomenda uma nova reforma das pensões, com cortes nas pensões de viuvez e simplificação da fórmula de cálculo.
- O relatório aponta para o fim dos apoios aos jovens na habitação e no IRS Jovem.
- As propostas visam ajustar políticas públicas às condições económicas e demográficas, segundo o FMI.
O FMI criticou os apoios do governo português à habitação jovem e ao IRS Jovem, defendendo que devem ser revertidos por distorcerem os preços do mercado e não impedirem a emigração.
No relatório, o organismo aponta que as garantias e isenções favorecem determinados segmentos, gerando assimetrias no mercado residencial.
Quanto às pensões, o FMI recomenda uma nova reforma com cortes nas pensões de viuvez e uma simplificação da fórmula de cálculo, para aumentar a sustentabilidade fiscal.
Propostas do FMI
O documento destaca que Portugal deve privilegiar reformas de longo prazo, sem detalhar cronogramas, para melhorar a estabilidade orçamental.
O FMI não especifica medidas de implementação nem impactos orçamentais, deixando ao governo a avaliação em diálogo com as instituições europeias.
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