- O Chega anunciou disponibilidade para negociar a reforma laboral e constituiu uma delegação para o efeito, colocando a descida da idade da reforma como exigência.
- André Ventura afirmou que não é diálogo com a pistola apontada à cabeça e que o grupo parlamentar vai tratar o diploma ponto a ponto.
- O líder do Chega disse que o Governo geriu mal o processo e deixou o ónus de aprovar a reforma no partido.
- Ventura elencou exigências, incluindo a descida da idade da reforma, e criticou medidas como maior precariedade dos contratos e outsourcing.
- A ministra do Trabalho informou que o Governo aguarda nos próximos dias uma posição construtiva da UGT e marcou uma reunião da CPCS para 07 de maio para encerrar o tema.
O Chega anunciou disponibilidade para negociar a reforma laboral com o Governo, criando uma delegação para esse objetivo. Entre as exigências do partido está a descida da idade da reforma.
O líder André Ventura afirmou que quer negociações reais, com consenso e sem imposições de prazo. O grupo parlamentar ficará responsável por tratar o diploma ponto a ponto, mantendo a posição do Chega sobre a necessidade de acordo político.
Ventura apontou que o Governo geriu mal o processo e atribuiu ao Chega o ónus de aprovar a reforma. O partido sustenta que é preciso flexibilizar o mercado de trabalho sem sacrificar direitos.
Entre as críticas, o Chega indicou que as propostas devem evitar agravamentos da precariedade, outsourcing e facilitação de despedimentos, ressaltando a necessidade de equilíbrio entre trabalhadores e empresários.
Sobre a posição da UGT, o partido considerou previsível a rejeição da última versão e afirmou que a concertação social foi uma jogada perdida para Governo e confederações. O Chega reforça a necessidade de amplo consenso político.
A ministra do Trabalho sinalizou que o Governo aguarda uma posição construtiva da UGT nos próximos dias. Caso não haja acordo, o diploma pode seguir para o parlamento sem entendimento adicional.
Para refletir o caminho da negociação, está agendada uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) para 7 de maio, com Governo e parceiros sociais para encerrar formalmente o tema, conforme anúncio oficial.
Entre na conversa da comunidade