- O Partido Social Democrata (PSD) romeno abandonou a coligação governamental e retirou a confiança ao primeiro-ministro Ilie Bolojan.
- A decisão lança o país numa nova crise política e complica a estabilidade do governo.
- O PSD acusou as medidas económicas adotadas pelo executivo de falhar.
- O primeiro-ministro, Ilie Bolojan, é descrito como liberal e pretende governar em minoria.
- A situação sugere eleições antecipadas no horizonte.
O Partido Social Democrata (PSD) da Roménia abandonou a coligação de governo e retirou a confiança ao primeiro-ministro Ilie Bolojan, mergulhando o país numa crise política. A decisão veio acompanhar críticas às medidas económicas do executivo.
Bolojan, líder liberal, pretende continuar a governar em minoria, mas não é claro como irá assegurar a estabilidade parlamentar para esse cenário. A afirmação chega numa altura de forte contestação interna ao governo.
O PSD justificou a saída com críticas às políticas económicas em vigor. A retirada de apoio pelo maior partido da coligação coloca em risco a aprovação de novas medidas e poderá precipitar eleições antecipadas.
Perspetivas e próximas etapas
A saída do PSD abre caminho a eleições que parecem inevitáveis, ainda sem data definida. Analistas apontam volatilidade institucional e maior incerteza sobre a orientação económica do país.
Fontes políticas indicam que o executivo poderá ficar sem maioria estável, o que pode obrigar Bolojan a procurar acordos com outros grupos parlamentares para manter a agenda governamental.
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