- Um grupo de subscritores da lista alternativa ao PS contestou a decisão de não ser aceite no congresso de Viseu, em 28 de março, alegando ter apenas sete nomes dos 251 necessários.
- Apresentaram queixa à Comissão de Jurisdição do partido.
- Criticam a demora da Comissão Nacional de Jurisdição em decidir sobre a queixa.
- Questionam a imparcialidade do processo, apontando irregularidades no tratamento dado ao seu recurso.
- O tema surge no mesmo dia em que o PS reuniu a nova Comissão Nacional para eleger a Comissão Política Nacional e o Secretariado Nacional.
O grupo de subscritores da lista alternativa aos órgãos nacionais do PS apresentou uma queixa à Comissão de Jurisdição. A queixa diz respeito à aceitação irregular da lista no congresso do PS em Viseu, ocorrido a 28 de Março. O grupo alega que apenas sete dos 251 nomes previstos constavam na lista, o que motivou a contestação.
Ricardo Gonçalves, antigo deputado por Braga, é a figura que moveu a apresentação da queixa. O objeto é a decisão da Comissão Nacional de Jurisdição, que ainda não teria emitido uma resolução, conforme o grupo. A contestação surge precisamente no dia em que o PS reúne a nova Comissão Nacional para legar o Secretariado e a Comissão Política Nacional.
Contexto e desdobramentos
O grupo sustenta que a demora na decisão compromete a legalidade do processo e questiona a imparcialidade do tratamento dado ao seu recurso. A situação ocorre num momento de reorganização interna do PS, com a formação de uma nova equipa dirigente.
A notícia confirma que o tema permanece em tratamento pelas estruturas competentes do partido, sem divulgação de prazos para decisão. A evolução poderá influenciar posteriormente a composição das listas e as dinâmicas internas do PS.
Entre na conversa da comunidade