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Meio século de maiorias no Parlamento: balanço e impactos

Em 1976, o PS consolidou a maioria parlamentar da III República com 34,9%, Sá Carneiro em queda, CDS em ascensão e PCP atrás; UDP manteve o único deputado

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  • Em 25 de abril de 1976, Mário Soares celebrava a segunda vitória do PS, com 34,9% na III República.
  • O PS mantinha-se como primeira força no Parlamento, após ter ganho as eleições para a Assembleia Constituinte, um ano antes.
  • Sá Carneiro, líder do PPD (que viria a ser PSD), ficou em segundo com 24,4%, segundo biografias.
  • Freitas do Amaral, do CDS, viu a força centrista crescer para 16,0%, tornando o CDS a terceira força política.
  • Álvaro Cunhal, do PCP, aumentou a votação para 14,4%, mas o PCP ficou atrás do CDS; UDP manteve o seu deputado único até 1980.

A 25 de abril de 1976, em Portugal, o socialista Mário Soares festejava a segunda vitória do PS, após ter ganho as eleições para a Assembleia Constituinte. Na III República, o PS era o partido mais votado com 34,9% dos votos.

O social-democrata Sá Carneiro entrava em depressão, pois acreditava que a vitória seria do PPD, que então ainda não era PSD, e registava 24,4% dos votos.

Freitas do Amaral, democrata-cristão, registava 16,0% e beneficiava do descontentamento com o impacto de despoletar a revolução. O CDS surgira como a terceira força política.

O PCP, liderado por Álvaro Cunhal, aumentara a votação para 14,4%, mas os centristas mantinham a dianteira entre as forças de esquerda. A UDP mantinha apenas um deputado, até 1980.

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