- A reunião de Concertação Social desta quinta-feira terminou sem acordo entre Governo, patrões e trabalhadores sobre a reforma laboral.
- A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, afirmou que o impasse resulta de “dois ou três temas” e que pretende encerrar a fase negocial nos próximos dias.
- A UGT, por sua vez, disse estar longe de um acordo e que só após ver o documento concreto é que poderá confirmar se há matérias consensualizadas.
- O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, mencionou que a jornada contínua, os contratos a termo, o outsourcing e o banco de horas ainda não atingiram consenso, e que vai analisar a nova proposta recebida do Governo.
A reunião desta quinta-feira da Concertação Social terminou sem acordo entre Governo, patrões e trabalhadores sobre a reforma laboral. O encontro visa discutir alterações à lei laboral e ocorreu durante a sessão de diálogo tripartido.
A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, disse que restam apenas dois ou três temas a resolver, com a esperança de encerrar a fase negocial nos próximos dias. Ao longo de quase nove meses já se tinham consensualizado mais de 80 normas.
Quanto aos números finais, a governança aponta para uma década de trabalho conjunto, mas a UGT sustenta que há várias matérias ainda em aberto e que a distância ao acordo permanece significativa. O objetivo é entregar a proposta ao Parlamento brevemente.
Ponto de vista da UGT
À saída, o secretário-geral da UGT, Mário Mourão, frisou que ainda não há acordo e que só depois de ver o documento é que se pode avaliar o que ficou acordado. Entre os temas em aberto estão a jornada contínua, contratos a termo, outsourcing e banco de horas.
Mourão afirmou que está disponível para negociação, desde que haja diálogo concreto. A UGT vai analisar a nova proposta recebida do Governo, sem agendamento de reunião do Secretariado Nacional no curto prazo.
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