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Pedro Duarte diz não há razão para o Edifício Transparente estar onde está

O presidente da Câmara defende demolir parcialmente o Edifício Transparente, por não fazer sentido na localização atual, que sustenta cerca de seiscentas pessoas, enquanto a oposição pede pareceres técnicos

Pedro Duarte está irredutível na demolição parcial do Edifício Transparente
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  • O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, diz que o Edifício Transparente está numa localização inexplicável e não ajuda a cidade, defendendo a demolição parcial após pareceres técnicos.
  • Após a reunião privada, Duarte afirmou que há a necessidade de pareceres técnicos para perceber a melhor forma de requalificar a zona.
  • A oposição, formada pelo PS e pelo Chega, critica a ausência de inclusão nas conversas e exige justificações técnicas e económicas para avançar com a demolição, lembrando que ali trabalham cerca de 600 pessoas em várias empresas.
  • O Edifício Transparente hoje alberga um centro empresarial com várias empresas e cerca de 600 trabalhadores, sendo visto como útil à cidade e à economia da região.
  • Miguel Corte-Real, do Chega, diz que é desejável reduzir o betão nos espaços verdes, mas não pode ser feito sem um plano detalhado e cumprimento de trâmites legais; admite apoio caso haja um plano sustentável que faça sentido para a cidade.

Pedro Duarte, autarca do Porto, anunciou que o Edifício Transparente está numa localização que não faz sentido na visão da cidade. As declarações surgiram após a reunião privada de Executivo, na qual o tema foi discutido, e o edil classificou a estrutura como uma barreira inexplicável para a cidade.

O presidente da Câmara deixou claro que pretende demolir parcialmente a infraestrutura, esperando pareceres técnicos para definir a melhor forma de requalificar a zona. A intenção é alinhar o espaço público, incluindo áreas verdes, com a dinâmica urbana pretendida pela autarquia.

A oposição, liderada pelo PS e pelo Chega, contesta a medida. O vereador socialista Manuel Pizarro aponta falta de fundamentação técnica e económica para a demolição do Edifício Transparente, destacando o papel atual da infraestrutura como centro empresarial. Afirmou que o edifício abriga cerca de 600 trabalhadores em dezenas de empresas.

Miguel Corte-Real, do Chega, concorda com a redução de betão nos espaços verdes, desde que haja método e fundamentação. Questionou como será o processo, quais são os próximos passos e se existem trâmites legais a cumprir, oferecendo apoio apenas com um plano sólido que beneficie a cidade.

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