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Trump critica líder da Igreja Católica, alegando fraqueza do Papa Leão e crime

Trump ataca o Papa Leão XIV, chamando-o fraco no combate ao crime e liberal na política externa, após críticas papais à guerra EUA–Irão

Donald Trump, Presidente dos EUA
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou o líder da Igreja Católica, Papa Leão XIV, classificando-o como fraco e péssimo na política externa, numa publicação nas redes sociais e em declarações a jornalistas.
  • Trump afirmou não ser fã do Papa Leão XIV, descrevendo-o como liberal e dizendo que gosta do crime, enquanto criticava a atuação do pontífice na arena internacional.
  • As críticas do Papa, feitas durante a missa de Páscoa na Basílica de São Pedro, foram interpretadas como uma crítica indireta à política externa norte‑americana, sobretudo no contexto da tensão com o Irão.
  • Em resposta, Trump acusou o Papa de ser brando em relação ao crime e de apoiar posições perigosas, alegando que não quer um papa que critique o presidente dos Estados Unidos.
  • O presidente também questionou a legitimidade do Papa, sugerindo que teria sido escolhido por ser americano, e dirigiu críticas à posição do Vaticano sobre a América Latina, incluindo a Venezuela e Nicolás Maduro.

Donald Trump criticou o Papa Leão XIV, chamando-o de fraco e terrível na política externa. As declarações surgiram nas redes sociais e foram repetidas à imprensa, na viagem de regresso a Washington.

O presidente afirmou não ser fã do Papa e criticou o seu desempenho, alegando que o pontífice gosta do crime e que é uma pessoa muito liberal. A tensão aumentou desde a Páscoa no Vaticano.

A controvérsia seguiu uma intervenção do Papa na Basílica de São Pedro, onde o líder católico comentou a guerra entre os EUA e o Irão, sem mencionar Trump, o que foi interpretado como crítica à política externa norte‑americana.

Contexto diplomático

Trump reagiu, qualificando o Papa de brando com o crime e de posições perigosas a nível internacional. Em mensagem publicada, afirmou que não quer um Papa que aceite que o Irão tenha arma nuclear.

O presidente insistiu que as críticas à atuação dos EUA são injustificadas, assegurando cumprir o mandato eleito com maioria esmagadora. Reiterou que não tolera críticas externas ao seu governo.

O empresário insinuou ainda que o Papa foi escolhido por ser americano, sugerindo motivações políticas na eleição. Pediu ao Papa para usar o bom senso e afastar-se de pressões da esquerda radical.

Foco regional

Além das críticas ao Irã, Trump criticou a posição do Papa sobre a América Latina, em particular a intervenção dos EUA na Venezuela e a destituição de Nicolás Maduro.

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