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Ricardo Sá Fernandes eleito presidente do Conselho Geral da UTAD

Ricardo Sá Fernandes eleito presidente do Conselho Geral da UTAD; crise institucional considerada ultrapassada e eleição do reitor pode ocorrer entre final de maio e início de junho

Depois de um ano de crise institucional, o advogado Ricardo Sá Fernandes foi eleito presidente do Conselho Geral da UTAD
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  • O advogado Ricardo Sá Fernandes foi eleito presidente do Conselho Geral da UTAD, em Vila Real.
  • Sá Fernandes afirmou que a crise que atingiu a universidade no último ano está ultrapassada.
  • O Conselho Geral da UTAD é composto por dezoito membros eleitos e sete cooptados, sendo que estes tomaram posse na semana passada.
  • Na próxima semana realiza-se uma nova reunião para aprovar o calendário eleitoral, prevendo-se que a eleição do próximo reitor ocorra entre o final de maio e o início de junho.
  • Entre os desafios em curso, destaca-se o arranque do curso de Medicina, com 40 vagas, para o próximo ano lectivo; o dossiê está já preparado, conforme afirmou o novo presidente.

Ricardo Sá Fernandes foi eleito ontem presidente do Conselho Geral da UTAD, em Vila Real, numa sessão marcada pela busca de estabilidade após um período de crise que atravessou a academia transmontana. O novo presidente assumiu o cargo com a promessa de unir a comunidade universitária em torno dos interesses da instituição.

A eleição ocorre num momento em que o calendário eleitoral da UTAD ainda aguarda aprovação. Prevê-se que o próximo reitor seja escolhido entre o final de Maio e início de Junho, após uma nova reunião para aprovar o calendário. A composição do Conselho Geral inclui 18 membros eleitos e sete cooptados, este último grupo agora com Sá Fernandes entre os seus elementos.

Nesta que é a primeira intervenção pública desde a posse, o novo presidente afirmou que o período conturbado ficou para trás e que a comunidade académica deve concentrar-se no futuro. A secretária eleita para o órgão é Marlene Loureiro, também anunciada na reunião.

Crise institucional e contexto

A UTAD viveu um impasse prolongado entre 2024 e 2025 devido a divergências sobre a eleição dos membros cooptados do Conselho Geral, órgão que elege o reitor. O conflito envolveu tribunais e a intervenção do Ministério da Educação, levando à nomeação de um reitor interino.

Desde março de 2025 o Conselho Geral mantinha-se com a composição incompleta, especialmente por questões de votação dos cooptados. O regime anterior previa votação por braço no ar; o CPA impunha voto secreto. O Supremo Tribunal Administrativo validou, em março, o método de cooptação por braço no ar.

O conjunto da crise levou à saída do anterior reitor, Emídio Gomes, em setembro, e à nomeação de Jorge Ventura como reitor interino. A atual gestão afirma que está empenhada em abrir o curso de Medicina, com 40 vagas no próximo ano lectivo, e a UTAD tem o objetivo de avançar com o dossiê. O processo, no entanto, depende de várias etapas e do alinhamento entre as partes envolvidas.

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