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UE espera derrota de Orbán para encerrar veto húngaro ao apoio à Ucrânia

UE espera que derrota de Orbán ponha fim ao veto húngaro ao apoio à Ucrânia, acelerando o empréstimo de 90 mil milhões e o 20.º pacote de sanções à Rússia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, espera começar a trabalhar "rapidamente" com Péter Magyar para resolver as "diferentes questões em aberto" entre Bruxelas e Budapeste
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  • A União Europeia espera que a derrota de Viktor Orbán ponha fim ao veto húngaro ao apoio à Ucrânia.
  • Péter Magyar prometeu que o Governo da Hungria será coerente com os compromissos assumidos pelo país.
  • Em discussão estão um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e o 20.º pacote de sanções contra a Rússia, com possível celeridade.
  • A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, planeia trabalhar rapidamente com Péter Magyar para resolver questões em aberto entre Bruxelas e Budapeste.
  • Ao longo de dezoito anos no poder, Orbán tem usado o veto e a regra da unanimidade para obter concessões de Bruxelas.

A Comissão Europeia espera que a derrota política de Viktor Orbán leve ao fim do veto húngaro ao apoio financeiro à Ucrânia. Bruxelas ainda avalia os impactos de uma possível mudança de posição em relação a Kiev.

O primeiro-ministro húngaro, Péter Magyar, prometeu que o Governo será “coerente” com os compromissos assumidos pela Hungria. As declarações surgem em contexto de negociações sobre ajuda financeira e sanções.

A UE mantém negociações sobre um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e um 20.º pacote de sanções contra a Rússia. A expectativa é que estes itens avancem rapidamente, caso Budapeste retire o veto.

Historicamente, Orbán tem utilizado a regra da unanimidade para obter concessões da Comissão e do Conselho. O padrão tem levado a excepções e derrogações que beneficiam o Governo húngaro.

Analistas apontam que uma resolução favorável aos interesses húngaros poderia facilitar o desbloqueio de várias medidas, mantendo, ainda assim, o foco em cooperação com a Ucrânia.

A posição de Budapeste permanece condicionada a questões internas e a garantias de que os recursos serão usados conforme os compromissos firmados com a UE. O cenário depende de negociações em curso.

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