- O Governo deverá levar a revisão laboral para a Assembleia da República, depois de parecer encerrar o ciclo de concertação social.
- O Chega disse estar disponível para apoiar o Governo a avançar com uma nova lei laboral nas próximas semanas ou meses, desde que sejam apresentadas condições.
- A Iniciativa Liberal afirma concordar em quase tudo com o executivo relativamente à medida laboral.
- O PS lamenta que o presidente do PSD, Luís Montenegro, prefira fazer alianças à direita na negociação da lei laboral.
- A negociação ficou emperrada após a UGT ter rejeitado a proposta do Governo.
O Governo enfrenta o desfecho das negociações da revisão laboral em concertação social. Com o aparente fim das conversações, deve seguir para a Assembleia da República. Chega e Iniciativa Liberal (IL) incentivaram Luís Montenegro a avançar rapidamente.
O Chega, liderado por André Ventura, mostrou disponibilidade para apoiar o Governo na aprovação de uma nova lei laboral, desde que sejam atendidas condições. A IL afirma concordar em quase tudo com o executivo, segundo as últimas informações.
A Federação da UGT recusou a proposta apresentada pelo Governo, o que impacta o cenário político. A notícia surge num momento de interesse em concluir o processo legislativo, após divergências no consenso social.
Apoio condicionado e reações
Ventura aponta que o apoio pode ocorrer nas próximas semanas ou meses, desde que o Governo ceda em pontos-chave. Entre as linhas de intervenção, contam-se parentalidade, despedimentos e trabalho por turnos.
PS critica posição de Montenegro, acusando-o de preferir alianças à direita. O partido enfatiza a necessidade de alternativas que garantam equilíbrio entre políticas públicas e responsabilização social.
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