- O Conselho Nacional do PSD aprovou, com uma abstenção, a realização de diretas para eleger o presidente a 30 de maio e o Congresso a 20 e 21 de junho, no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).
- Candidaturas a presidente do PSD devem ser apresentadas até 18 de maio; votam os militantes ativos com quota paga nos últimos dois anos, com o caderno eleitoral fechado a 30 de março.
- Não é obrigatório estar com a quota em dia para a eleição do presidente, apenas ser militante ativo.
- Se houver mais de uma candidatura à presidência, realiza-se uma Convenção Nacional no dia 23 de maio de 2026, em Lisboa, para definir a liderança.
- As propostas temáticas devem ser entregues até 15 de junho; podem ser subscritas por várias estruturas do partido, incluindo a direção, juventude e organizações locais.
O Conselho Nacional do PSD aprovou, por maioria com uma abstenção, a realização de diretas para a escolha do presidente do partido no dia 30 de maio e do Congresso a 20 e 21 de junho, no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro). O regulamento estabeleceu ainda que as candidaturas à liderança devem ser entregues até 18 de maio.
Podem votar nas diretas todos os militantes ativos com quota nos últimos dois anos. A eleição do presidente do PSD deixa de exigir quota em dia, mantendo apenas a condição de militante ativo. O caderno eleitoral encerrou a 30 de março.
Caso haja mais de uma candidatura, procede-se a uma Convenção Nacional, marcada para 23 de maio de 2026, às 15h, em Lisboa, com local a designar. Também fica prevista uma convenção pré-congresso se houver várias candidaturas.
Prazos e propostas
As candidaturas à presidência devem ser subscritas por pelo menos 1.500 militantes com capacidade eleitoral e acompanhadas de uma estratégia global e de um orçamento de campanha. Propostas temáticas podem ser apresentadas até 15 de junho por diversas entidades internas do partido, incluindo a direção, juventude, autarcas, trabalhadores sociais-democratas, deputação europeia e secções de comunidades.
Contexto político
No Conselho Nacional de 4 de março, o presidente Luís Montenegro anunciou a intenção de realizar diretas em maio para alinharem com o calendário de 4 anos desde a primeira eleição, em 28 de maio de 2022. Montenegro referiu o desejo de manter o calendário de passado, diante de atrasos verificados em 2024 devido às europeias. Pedro Passos Coelho manifestou publicamente a sua posição, sem confirmar qualquer candidatura.
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