- O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) pediu ao ministro da Educação a revisão da fórmula de financiamento que privilegia as universidades.
- Luís Loures também reivindica a equiparação da carreira docente, uma vez que os requisitos de acesso são os mesmos nos dois subsistemas.
- A fórmula atual baseia o financiamento no número de alunos.
- O responsável acusa que estudantes a frequentarem cursos idênticos, em áreas como Gestão ou Educação Básica, recebem financiamentos diferentes consoante frequentem uma universidade ou um politécnico.
- O objetivo é garantir financiamento e carreira docente equivalentes entre universidades e politécnicos.
O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) pediu ao ministro da Educação, nesta terça-feira, a revisão da fórmula de financiamento que privilegia as universidades. Luís Loures apresentou a questão durante uma reunião com o governante.
O pedido inclui também a equiparação da carreira docente entre os politécnicos e as universidades, defendendo que os requisitos de acesso são iguais nos dois subsistemas de ensino. A argumentação baseia-se na intenção de reduzir disparidades.
Numa fórmula de financiamento em que o número de alunos é determinante, Loures demonstra preocupação com diferenças de financiamento entre estudantes de áreas semelhantes, como Gestão ou Educação Básica, que podem depender se o estabelecimento é universitário ou politécnico.
Contexto e próximos passos
O CCISP pretende que o Ministério da Educação reveja os pesos aplicados à distribuição de fundos, assim como alinhe as progressões na carreira docente, para assegurar maior equivalência entre os dois sistemas de ensino. A resposta oficial ainda não foi divulgada.
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