- O autarca da Guarda rejeita a acusação de fraude associada a subsídio de desemprego.
- Carlos Chaves Monteiro é acusado de trabalhar enquanto recebia o subsídio de desemprego.
- O autarca diz que a acusação é uma “tentativa de assassinato político”.
- A notícia foi publicada a 07 de abril de 2026 às 11:55.
- A matéria não fornece detalhes adicionais sobre as alegações ou provas apresentadas.
Carlos Chaves Monteiro, autarca da Guarda, rejeita uma acusação de fraude associada ao recebimento de subsídio de desemprego. A denúncia envolve alegadamente trabalho exercido durante o período de subsídio.
Segundo a acusação, o autarca terá exercido funções remuneradas enquanto recebia o subsídio. A defesa afirma que não houve irregularidade e descreve o caso como uma manobra política destinada a derrubar a sua gestão.
O caso foi tornado público a 7 de abril de 2026 e envolve autoridades locais da cidade da Guarda, no distrito da mesma região. Não foram apresentadas, até ao momento, informações sobre provas conclusivas ou eventuais consequências legais.
A acusação surge num contexto de escrutínio público sobre apoios sociais concedidos a dirigentes locais. O autarca mantém a postura de cumprir a lei e de colaborar com asinvestigações em curso.
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