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Regresso ao Parlamento: Marcelo assistiu sozinho à cerimónia dos 50 anos da Constituição

Marcelo Rebelo de Sousa assistiu sozinho à cerimónia dos 50 anos da Constituição, no regresso ao Parlamento, em meio ao anúncio de revisão constitucional pelo Chega

Marcelo Rebelo de Sousa, antigo presidente da República
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  • Marcelo Rebelo de Sousa assistiu sozinho à sessão solene dos 50 anos da Constituição na Assembleia da República, ocupando a tribuna presidencial.
  • A cerimónia decorreu no Parlamento, com o exemplar original da Constituição em vitrina e fundos florais, entre presenças de constituintes como Jorge Miranda e Jerónimo de Sousa.
  • Alguns constituintes abandonaram a Sala das Sessões durante o discurso do presidente do Chega, André Ventura, regressando pouco depois.
  • No final, Marcelo desceu ao piso da Sala das Sessões para cumprimentar os presentes e disse aos jornalistas que quem não pôde vir virá no 25 de abril.
  • A Constituição foi aprovada a 2 de abril de 1976, tendo celebrado meio século; o Chega anunciou, nesta semana, a intenção de apresentar uma proposta de revisão constitucional, uma medida que, nesta conjuntura, poderia contar com o apoio de partidos de direita.

Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente no regresso ao Parlamento para a cerimónia dos 50 anos da Constituição, assistindo sozinho à sessão solene no Palácio de São Bento. O antigo Presidente, também deputado constituinte, ocupou a tribuna presidencial sem companhia para o momento inicial da cerimónia.

Pelas 9h, a Sala das Sessões recebeu a montagem ritual, com o exemplar original da Constituição numa vitrina de vidro, rodeado por arranjos florais em cores nacionais. De início, o ambiente manteve-se reservado e solene, com a chegada de várias figuras institucionais.

Regresso ao Parlamento e participação de constituintes

Marcelo Rebelo de Sousa, que no passado integrou a comissão redatora da Constituição, ficou isolado na tribuna destinada a antigos chefes de Estado. Entre os constituintes presentes estavam Jorge Miranda, Jerónimo de Sousa, Helena Roseta, Alberto Arons de Carvalho e Ângelo Correia.

Durante a sessão, alguns deputados constituintes saíram da sala quando o líder do Chega, André Ventura, discursou, regressando pouco depois. O Hino Nacional foi executado pela banda da Guarda Nacional Republicana, encerrando a sessão com uma atuação da fadista Katia Guerreiro.

Reações e making-of da cerimónia

Ao descer da tribuna, Marcelo cumprimentou deputados e, destituindo declarações, respondeu apenas que alguns não puderam estar presentes e que pretendem comparecer no 25 de Abril. À saída, o antigo Presidente manteve contacto com várias figuras, incluindo Jerónimo de Sousa.

A cerimónia recordou a aprovação da Constituição a 2 de abril de 1976, numa Assembleia Constituinte que votou pela primeira vez após eleições livres. A lei fundamental entrou em vigor a 25 de abril de 1976, consolidando a democracia, direitos e separação de poderes.

Contexto político atual

Desde então, a Constituição já foi revista sete vezes. Esta semana, o Chega anunciou a intenção de apresentar propostas de revisão constitucional, numa potencial mudança de cenário político. Pela primeira vez, partidos à direita dispõem de maioria suficiente para propor alterações sem apoio de partidos de esquerda.

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