- O vice-presidente da Câmara de Gaia rejeitou adotar uma plataforma de registo de pesados de mercadorias para circular na Via de Cintura Interna (VCI).
- Mantém-se favorável à proibição de circulação desses veículos na VCI.
- Firmino Pereira, que gere Equipamentos Públicos e Espaço Público, discorda do rascunho do diploma que prevê registo numa plataforma digital dos municípios do Porto e Gaia.
- O rascunho aponta que cada movimento precisa de habilitação de circulação obtida com antecedência mínima de uma hora, via preenchimento de formulário.
O vice-presidente da Câmara de Gaia anunciou a recusa de adesão a uma plataforma de registo de pesados para circular na Via de Cintura Interna (VCI). A posição mantém-se mesmo com apoio à proibição de circulação desses veículos na via.
Firmino Pereira, que gere os pelouros do Equipamento Público e Espaço Público, explicou a discordância relativamente ao rascunho do diploma que regula a circulação na VCI do Porto. O texto prevê registo de todos os movimentos numa plataforma comum dos municípios do Porto e Gaia.
De acordo com o edil, o documento, que não é público, indica que a circulação deve ser autorizada com antecedência mínima de uma hora por meio de preenchimento de formulário. Gaia manifesta oposição a esse regime de registo para os pesados.
A Câmara de Gaia mantém a posição de proibir a circulação de pesados na VCI, independentemente de eventuais plataformas de registo. O objetivo, segundo o município, é reduzir impactos no tráfego e na segurança rodoviária da região.
Ainda sem data de adoção, o diploma encontra-se em fase de elaboração, com participação de várias autarquias da área metropolitana. O município de Gaia não confirmou eventuais alterações à sua posição.
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