- No Livre, surgem críticas internas sobre decisões consideradas fechadas pela “elite” em contraste com o modelo aberto da fundação do partido.
- Na mesma semana, dois dirigentes comunicaram a saída, acusando um conjunto de decisões unilaterais por parte da “elite”.
- À imprensa, a co-porta-voz e deputada Isabel Mendes Lopes disse que as saídas “não põem em crise” o crescimento e a vitalidade do Livre.
- Em 2025, o partido atingiu seis lugares no Parlamento e registou um recorde de adesões de membros e apoiantes.
- O debate cresce e ganha expressão pública, com críticas ao funcionamento interno do partido.
O partido da democracia aberta, o Livre, enfrenta críticas internas sobre o controlo por uma suposta “elite”, que contrasta com o modelo de abertura defendido na sua fundação. As disputas ganham visibilidade com recentes desentendimentos entre dirigentes e o núcleo dirigente.
Nesta semana, o partido viu dois dirigentes tensionarem a relação institucional, alegando decisões tomadas de forma unilateral e fechada. As saídas intensificam o debate sobre governança interna e transparência nas práticas políticas do Livre.
Isabel Mendes Lopes, co-porta-voz e deputada, disse ao PÚBLICO que as alterações não colocam em causa o crescimento e a vitalidade do Livre, que em 2025 elevou para seis o número de deputados e registou recorde de adesões. Mesmo assim, as críticas ganham eco entre militantes e simpatizantes.
Contexto interno
As críticas reflectem preocupações com a gestão de decisões e com a participação de diferentes correntes no processo decisório. O movimento mantém, no entanto, o discurso de abertura e de inclusão que moldou a sua identidade desde a criação. Não foram fornecidos pormenores sobre as medidas tomadas ou os departamentos afetados.
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