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Chega propõe voto por carta para emigrantes; PS contra, PSD em silêncio

Chega propõe voto por correspondência para emigrantes nas presidenciais; PS opõe-se, PSD mantém silêncio sobre posição da bancada

O voto por correspondência é apenas possível nas eleições legislativas
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  • O Chega quer alterar a lei eleitoral das presidenciais para permitir o voto por correspondência aos portugueses residentes no estrangeiro, eliminando a obrigatoriedade de ir aos consulados.
  • A medida está a fazer parte dos objetivos da recandidatura de Luís Montenegro à liderança do PSD.
  • A proposta ainda não tem data definida para discussão em plenário e deverá enfrentar a oposição do Partido Socialista.
  • O PSD mantém silêncio sobre o sentido de voto da bancada, deixando a posição über a definir.

O Chega propõe alterar a lei eleitoral das presidenciais para permitir o voto por correspondência aos portugueses residentes no estrangeiro, eliminando a obrigatoriedade de se deslocarem aos consulados. A medida surge no âmbito da recandidatura de Luís Montenegro à liderança do PSD.

A proposta ainda não tem data marcada para discussão em plenário. Vai enfrentar oposição do PS, cujas posições públicas ainda não estão confirmadas. O PSD não respondeu ao PÚBLICO sobre o sentido de voto da bancada.

Posições políticas

O PS posiciona-se contra a extensão do voto por correspondência aos emigrantes. O PSD mantém silêncio sobre o alinhamento da bancada, sem indicação oficial até ao momento. A análise do tema continua dependente de futuros esclarecimentos oficiais.

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