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Câmara de Leiria chumba proposta para portal da transparência pós-Kristin

Câmara de Leiria chumba secção pós-Kristin no portal da transparência, mantendo dados de custos e recuperação sob escrutínio da oposição

Estragos provocados pelo mau tempo no Estádio de Leiria
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  • A maioria socialista da Câmara de Leiria rejeitou a criação de uma área temática pós-Kristin no portal da transparência, proposta pelo PSD e apoiada pelo Chega.
  • A ideia visava centralizar informações sobre edifícios municipais danificados, custos, critérios de recuperação e financiamento, para aumentar a transparência e a participação cívica.
  • O vereador do PSD, Nuno Serrano, apresentou números do presidente da Câmara e do portal BASE, defendendo que é essencial saber o que se gasta e onde.
  • O Chega, representado por Luís Paulo Fernandes, afirmou que a transparência também ajuda a fundamentar apoios e negociações com o Governo.
  • O presidente da Câmara, Gonçalo Lopes (socialista), garantiu que há transparência suficiente já no portal e na atividade diária, prometendo aumentar informações conforme avansem as ações de resposta ao mau tempo, mas sem duplicar dados.

A Câmara Municipal de Leiria rejeitou nesta segunda-feira a criação de uma área dedicada ao tema pós Kristin no portal da transparência, proposta pelo PSD e apoiada pelo Chega. A ideia visava centralizar informações sobre edifícios danificados, custos, recuperação e financiamento, para reforçar a participação cívica.

Na discussão, o vereador do PSD, Nuno Serrano, citou números avançados pelo presidente Gonçalo Lopes e pelo portal BASE, destacando o interesse de saber o que se gasta e onde. O Chega sublinhou a importância de transparência para fundamentar apoios governamentais.

Contexto e posição do município

Gonçalo Lopes defendeu que o portal de transparência atual já oferece informação relevante, mantendo o nível de escrutínio existente na atividade diária da Câmara. A oposição foi lembrada de que o plano de ação e as despesas serão, no futuro, tornados públicos.

O presidente reconheceu a necessidade de aumentar a informação conforme evolua a resposta ao mau tempo, mas rejeitou a duplicação de dados. Lopes também convidou a oposição a pedir informações aos serviços municipais sobre gastos já realizados.

Reações e perspetivas

O Chega justificou que a proposta não parte de desconfiança, mas de uma vontade de maior clareza, ao lado da leitura de que mais transparência facilita a negociação de apoios. Já o PSD destacou a utilidade pública de ter dados centralizados para cidadãos e entidades.

A Câmara mantém a linha de que já fornece acesso a documentos e fiscalizações, assegurando que a transparência não será comprometida. A discussão continuou sem indicação de novos prazos para lançamento de informações adicionais.

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