- O presidente do PS, Carlos César, afirmou, por mensagem lida na sede do partido, que as autárquicas e presidenciais devolveram ao PS a convicção de que pode ser maior, melhor e mais decisivo.
- José Luís Carneiro foi reeleito secretário-geral do PS como candidato único, com 96,9 por cento dos votos expressos, ainda com 91 secções por apurar.
- César elogiou o processo de debate e de vitalização interna impulsionados pela liderança de Carneiro.
- O presidente socialista disse que, após o insucesso nas legislativas, o partido se Reuniu na sua pluralidade para avançar rumo ao congresso no final do mês.
- Criticou o Governo, afirmando que está desligado do que mais importa aos portugueses, e defendeu que o PS pode ser uma força de oposição dialogante, proativa e reformista.
O presidente do PS defendeu este sábado que as autárquicas e as presidenciais devolveram aos socialistas a convicção de que podem ser maiores, melhores e mais decisivos. A mensagem foi lida na sede do partido, em Lisboa, porque Carlos César não pôde estar presente.
A autarquia e a aprovação de José Luís Carneiro como líder, com 96,9% dos votos, são apontadas como sinais de confiança dos militantes no caminho seguido pelo PS. A vitória ocorreu ainda com 91 secções por apurar, na votação para presidente do partido.
A declaração foi transmitida à reunião de líderes do PS. César elogiou o processo de debate e de vitalização interna impulsionado pela liderança de Carneiro, e considerou que o PS permanece como o maior partido da oposição e um agente de responsabilidade política.
Contexto e desdobramentos
Segundo César, a reeleição de Carneiro mostra confiança no percurso de atualização e de resposta aos novos desafios, mantendo a continuidade do contributo histórico do PS. O presidente eleito é visto como força de diálogo, próxima das preocupações nacionais e reformista.
Depois do insucesso nas últimas eleições legislativas, o PS tem procurado reunir a pluralidade interna e incluir todos os militantes, um caminho que deverá ser aprofundado no congresso do final do mês. Portugal, afirma César, precisa de uma força de oposição responsável.
O líder social-democrata antecipa vitória do PS, sustentando que haverá participação ampla dentro e fora do partido, para responder às prioridades do país e construir governabilidade estável.
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