- Morreu este sábado o ex-chefe do Estado-Maior do Exército, general António Martins Barrento, aos 87 anos.
- O Presidente da República lamentou a sua morte e destacou a elevada competência e liderança do militar na modernização do Exército.
- Marcelo Rebelo de Sousa recorda a carreira do general ao serviço operacional do Ultramar, na NATO e na área da História e do pensamento militar.
- Ao longo de 45 anos de serviço, Barrento foi elogiado pela forma como acelerou a modernização do Exército e desbloqueou carreiras militares.
- Nascido em Estremoz em 1938, Barrento foi professor em institutos militares e lecionou História Militar, tendo servido no Ultramar e na NATO, onde Chefe do Estado-M Maior do Exército entre 1998 e 2001.
O ex-chefe do Estado-Major do Exército general António Martins Barrento morreu este sábado, aos 87 anos, confirmou à Lusa uma fonte militar. O Presidente da República lamentou o falecimento e destacou a sua elevada competência e liderança.
Numa nota publicada pela Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa relembra a carreira do general no Ultramar, na NATO e na área da História e do pensamento militar. O texto sublinha 45 anos de serviço e a contribuição para a modernização do Exército e o desbloqueio de carreiras.
António Eduardo Queiroz Martins Barrento nasceu em Estremoz, em 1938. Licenciado em Ciências Militares, completou o Curso de Estado Maior (1970/73), o Curso Superior de Guerra (Paris, 1978/80) e o Curso Superior de Comando e Direção.
Foi professor do Instituto de Altos Estudos Militares durante dez anos e catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa. Serviu no Ultramar, em Moçambique, Angola e Timor, e atuou na NATO, em Mons, Bélgica.
Como oficial general, Barrento desempenhou funções na NATO e foi chefe do Estado-Maior do Exército de março de 1998 a março de 2001. A nota biográfica da Tribuna da História confirma o conjunto de cargos e a passagem pela liderança militar nacional.
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