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Ministro Carlos Abreu Amorim alerta contra parlamentarização da governação

Ministro alerta para evitar a parlamentarização da governação, defendendo equilíbrio entre poderes e transparência para sustentar a estabilidade democrática

Ministro Carlos Abreu Amorim ao lado do primeiro-ministro, Luís Montenegro
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  • O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, alertou contra a parlamentarização da governação.
  • A advertência foi feita no final do debate sobre o relatório de progresso de escrutínio da atividade do Governo na Assembleia da República.
  • Alegou que recorrer a maiorias de circunstância desrespeita o princípio da separação de poderes e pode obstruir a ação do executivo.
  • Defendeu que o Governo atua com transparência, prestação de contas, responsabilização, abertura ao diálogo e promoção da estabilidade.
  • Pediu às bancadas de oposição para não confundirem fiscalização parlamentar com parlamentarização da governação, sublinhando a importância da transparência para a confiança e a estabilidade institucional.

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, alertou contra a hipótese de parlamentarização da governação, dizendo que isso desrespeita a separação de poderes ao depender de maiorias de circunstância. O aviso foi feito no fim do debate sobre o relatório de progresso do escrutínio da atividade do Governo na Assembleia da República.

Em declarações dirigidas às bancadas da oposição, o ministro defendeu que a ação governamental se baseia em transparência, prestação de contas, responsabilização, diálogo e estabilidade. Reafirmou que a função fiscalizadora do Parlamento é estrutural, não acessória, e visa manter o equilíbrio entre os órgãos de soberania.

Alerta sobre separação de poderes

O ministro advertiu contra uma eventual intrusão no poder executivo via coligações parlamentares, considerada desequilibradora e ofensiva aos princípios constitucionais. Também mencionou o risco de incapacitar o governo de governar, caso haja empastelamento da sua ação por maiorias anti-natura.

Ao encerrar, Abreu Amorim pediu transparência como condição fundamental de confiança e estabilidade institucional, destacando que a ausência de transparência prejudica as instituições.

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