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Oito agressores de casal em Valongo ficam em prisão domiciliária

Tribunal da Relação do Porto determina prisão domiciliária com vigilância eletrónica para oito arguidos por agressões em Valongo, após recurso do Ministério Público

GNR deteve três suspeitos de agressões a casal em Valongo
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  • O Tribunal da Relação do Porto determinou prisão domiciliária com vigilância eletrónica para oito dos suspeitos, após recurso do Ministério Público.
  • O MP não concordou com a libertação de treze arguidos decidida pelo juiz de instrução em outubro do ano passado.
  • O caso ocorreu a 3 de setembro, em Sobrado, Valongo, quando o casal tentou separar três mulheres envolvidas em confrontos junto a um supermercado; a violência ocorreu em frente à filha bebé, deixando o homem em estado grave e a mulher com ferimentos ligeiros.
  • Os arguidos atuaram em grupo de quinze, munidos de um pau e de uma navalha, desferindo pontapés, murros e agressões numa pessoa indefesa, causando fraturas cuja extensão ainda não está consolidada.
  • Cinco suspeitos permanecem em liberdade, proibidos de contactar o casal e as testemunhas e de se aproximar a menos de duzentos metros da casa e do local de trabalho das vítimas.

Oito dos suspeitos de agredirem com violência um casal em Valongo vão cumprir prisão domiciliária com vigilância eletrónica. A decisão foi tomada pelo Tribunal da Relação do Porto após recurso do Ministério Público, que contestou a libertação dos arguidos pelo juiz de instrução.

A agressão ocorreu a 3 de setembro, em Sobrado, Valongo, junto a um supermercado. O casal tentou separar três mulheres envolvidas no conflito e acabou alvo de agressões na presença da filha bebé. O homem ficou em estado grave, a mulher sofreu ferimentos ligeiros.

O Ministério Público já tinha pedido medidas privativas de liberdade para oito suspeitos no primeiro interrogatório, mas o juiz libertou todos. Onze ficaram com apresentações periódicas, dois com termo de identidade e residência (TIR) e agora o tribunal reformou essa decisão.

Medidas judiciárias e contexto

Segundo a Relação, os crimes são fortemente censuráveis pela violência, pela origem do conflito e pelas sequelas, incluindo fraturas. Os arguidos atuaram em grupo, com armas, e agrediram uma pessoa em posição indefesa, o que justificou o agravamento das medidas.

Os cinco suspeitos que permanecem em liberdade ficam proibidos de contactar as vítimas, de se aproximar a menos de 200 metros de casa e do local de trabalho. As detenções decorreram numa operação da GNR. O grupo envolve doze homens, entre 18 e 59 anos, e uma mulher de 37.

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