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Leitão Amaro destaca coesão do Governo; não comenta Passos Coelho ao novo MAI

Leitão Amaro sublinha coesão e estabilidade do Governo e não comenta críticas de Passos Coelho, destacando a agenda transformadora

FOTO: Direitos Reservados
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  • O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou ter confiança na coesão e estabilidade do Governo após a reunião semanal do Conselho de Ministros.
  • Recusou comentar as declarações de Passos Coelho, dizendo ter “grande consideração e estima” por ele.
  • Assinalou que as declarações do ex-primeiro-ministro não foram discutidas no Conselho de Ministros.
  • Disse não esperar instabilidade na Administração Interna e manteve o foco na agenda transformadora e na vida dos portugueses.
  • Reiterou que o Governo trabalha com dez pilares de reformas, para cumprir o programa de Governo e reforçar a resiliência do país.

António Leitão Amaro afirmou, esta quinta-feira, a convicção de coesão e estabilidade no Governo, evitando comentar as declarações do ex-primeiro-ministro Passos Coelho e reiterando a consideração pessoal e política que lhe merece.

Durante a conferência de imprensa, no final da reunião semanal do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência foi questionado sobre as críticas de Coelho à passagem do diretor nacional da polícia para o Ministério da Administração Interna e à hipótese de o Governo pedir apoio ao eleitorado caso as reformas não avancem.

O governante destacou a coesão, a vontade de cumprir o Programa de Governo e a agenda transformadora do executivo, acrescentando que o foco está na vida dos portugueses e na resolução de problemas do país. Disse ainda estar satisfeito por integrar o Conselho de Ministros.

Questionado sobre se as críticas de Coelho podem influenciar as decisões governativas, Leitão Amaro respondeu de forma genérica, reiterando o empenho numa agenda com 10 pilares de reformas e mudanças, com estudos, ouvidas e discussões para cumprir o programa.

Contexto

As declarações recentes de Passos Coelho foram classificadas por críticos como um precedente sobre o modo de promover reformas, ao defender a necessidade de reforçar o apoio externo se as mudanças não avançarem no parlamento. O oposicionista PS tinha apontado possíveis impactos na relação institucional.

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