- Uma mulher apresentou nova queixa contra Íñigo Errejón por alegada agressão sexual ocorrida a 16 de outubro de 2021, durante uma festa a que foi convidada pelo então dirigente do Sumar.
- Segundo a queixa, seguiram-se a uma casa de banho onde ele terá insistido para que a mulher lhe fizesse sexo oral, num contexto de consumo de álcool e cocaína.
- Mais tarde, foram para a casa do ex-político e, no carro, houve abusos sexuais; a vítima diz ter cedido de forma relutante.
- Na casa de Errejón, o ex-político terá agarrado violentamente o pescoço da vítima e violado-a, segundo a denúncia.
- O advogado da queixosa, Alfredo Arrien, representa também a atriz Elisa Mouliá e solicitou proteção e sigilo absoluto da identidade da queixosa.
A menor mulher apresentou uma queixa contra o ex-deputado espanhol Íñigo Errejón, alegando agressão sexual ocorrida a 16 de outubro de 2021. O episódio terá acontecido numa festa a que a acusada foi convidada pelo então dirigente do Sumar, 24 dias após uma denúncia anterior envolvendo outra figura pública. A queixa descreve um conjunto de atos em locais distintos, incluindo uma casa de banho e a residência do político.
Segundo a acusação, houve pressão para que a vítima tivesse relação sexual, num contexto de consumo de álcool e cocaína. A mulher afirma ter cedido de forma relutante e, mais tarde, foram para o interior do automóvel, onde teriam ocorrido abusos sexuais. A denúncia também aponta que, na casa de Errejón, a vítima foi agarrada com violência pelo pescoço e violada, com ameaças caso manifestasse resistência.
Antes do encontro, foram trocas de mensagens diárias entre ambas as partes, descrevendo um comportamento descrito pela defesa como controlador e ciumento, gerando tensão. O advogado da queixosa, Alfredo Arrien, representa também a atriz Elisa Mouliá e solicitou proteção e sigilo absoluto da identidade da queixosa.
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