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Ventura confirma recandidatura à liderança do Chega e recusa moderação do partido

Ventura confirma recandidatura à liderança do Chega e recusa moderação, defendendo linha dura e ruptura com o sistema político

André Ventura confirmou recandidatura à liderança do partido que fundou
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  • André Ventura confirmou a recandidatura à liderança do Chega, cuja convenção está prevista para maio, e rejeita a moderação do partido.
  • O líder afirmou que o objetivo é continuar o trabalho para vencer eleições, mantendo o espírito de combate e determinção do Chega.
  • A Direção vai propor ao Conselho Nacional a realização da reunião magna nos dias 8, 9 e 10 de maio, para marcar a convenção e o local.
  • Esta será a primeira convenção desde o crescimento do Chega para a segunda força no parlamento e após a eleição de Ventura à presidência; alterações aos estatutos estão a ser consideradas.
  • Ventura abordou o caso de Rui Afonso e a confiança política no líder parlamentar, criticando um jornal específico e referindo-se ao acordo com o PSD em Cascais, que prevê pelouros ao Chega.

André Ventura confirmou, nesta terça-feira, a sua recandidatura à liderança do Chega na próxima convenção, prevista para maio. A decisão foi anunciada numa conferência de imprensa na sede do partido, com Ventura a defender a manutenção da linha de atuação actual.

O líder e fundador do Chega reiterou que não acompanha qualquer caminho de moderação do partido. Definiu o objetivo de manter o espírito de combate, firmeza e determinação, rejeitando aproximações a posições consideradas de maior moderação. Sublinhou ainda que Portugal necessita de um partido popular próximo dos cidadãos.

Datas e local da convenção

A direção propõe ao Conselho Nacional que a reunião magna ocorra nos dias 8, 9 e 10 de maio, para marcar a convenção e definir o local, ainda por anunciar. Este será o primeiro encontro parlamentar do Chega desde que o partido consolidou a posição de segunda força no parlamento.

A última Convenção Nacional, em janeiro de 2024, em Viana do Castelo, teve a eleição dos órgãos nacionais anulada pelo Tribunal Constitucional (TC). O TC também chumbou alterações aos estatutos, mantendo válidos os de origem. O Chega pretende submeter nova proposta de alteração estatutária, para modernizar a estrutura do partido.

Contexto político e controvérsias internas

Ventura mencionou que o congresso visa ajustar os estatutos face aos novos desafios do Chega. Sobre um processo envolvendo o deputado Rui Afonso, o líder disse que os mecanismos internos, nomeadamente o Conselho de Jurisdição, foram acionados para avaliar a situação, após declarações de um arguido no caso 1143.

Questionado sobre a confiança política no presidente da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, Ventura não respondeu diretamente, preferindo criticar a divulgação da notícia pelo jornal Público. Também criticou a atuação de Eurico Brilhante Dias e comentou o papel do PSD no acordo em Cascais, que inclui pelouros ao Chega.

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