Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo Regional: Açores mais preparados para enfrentar catástrofes

Açores afirmam estar mais preparados para emergências e catástrofes, com reforços na monitorização, cartografia de risco e alerta de cheias

Governo Regional considera que Açores estão hoje "mais preparados" para enfrentar situações de catástrofe
0:00
Carregando...
0:00
  • O secretário regional do Ambiente e Ação Climática, Alonso Miguel, afirmou que os Açores estão hoje mais preparados para enfrentar emergências e catástrofes, fruto do trabalho conjunto com várias entidades e da monitorização de riscos.
  • O governo revela que os Açores enfrentam elevada exposição a perigos naturais que podem colocar em causa a segurança das populações e provocar prejuízos.
  • Foram anunciados investimentos: concurso internacional este ano para um sistema de alerta de cheias em bacias hidrográficas, com investimento de 1,5 milhões de euros; e 3,7 milhões de euros para a criação de cartografia de risco.
  • Em 2026, estará a decorrer um procedimento para aquisição de serviços de cartografia topográfica vetorial de elevado detalhe, para melhorar a identificação de riscos de inundações, galgamentos costeiros e movimentos de vertente.
  • O debate na Assembleia Regional sobre prevenção, plano de catástrofe e capacidade de resposta contou com várias intervenções de partidos, destacando a importância da prevenção como investimento e da melhoria contínua da resposta a riscos múltiplos.

O Governo Regional considerou que os Açores estão hoje mais preparados para enfrentar situações de emergência e catástrofe, fruto do trabalho conjunto entre várias entidades. A afirmação foi feita por Alonso Miguel, na Assembleia Regional, na Horta, durante o debate de urgência sobre prevenção, plano de catástrofes e capacidade de resposta solicitado pelo Chega.

O secretário regional do Ambiente e Ação Climática explicou que, apesar da elevada exposição a perigos naturais, o reforço do conhecimento e dos instrumentos de monitorização permitiram melhorar a previsão, avaliação de risco e resposta operacional. O foco tem sido a colaboração com a comunidade científica.

A evolução inclui investimentos em monitorização sísmica, vulcânica e meteorológica, e no desenvolvimento de sistemas de alerta. O governo anunciou este ano um concurso internacional para um sistema de alerta de cheias, no valor de 1,5 milhões de euros.

Além disso, está prevista a instalação de 3,7 milhões de euros em cartografia de risco. Em 2026 será lançado um procedimento para aquisição de serviços de cartografia topográfica de elevado detalhe, para melhorar a identificação de riscos de inundações e deslizamentos.

Investimentos em risco e preparação

Durante o debate, foi sublinhado que os Açores enfrentam riscos vulcânicos, meteorológicos e hidrográficos, o que exige avaliação rigorosa e execução concreta. As forças políticas defenderam a necessidade de mais ciência, prevenção e planeamento.

Os apoiantes da gestão regional destacaram ainda que a proteção civil local já funciona com experiência acumulada desde o sismo de 1980, tendo demonstrado eficácia em cenários reais. A ideia é manter a preparação como prioridade permanente.

Por fim, reforçou-se que a prevenção continua a ser o principal investimento, com vista a reduzir a vulnerabilidade das ilhas face a eventos extremos e às alterações climáticas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais