- A Renamo, oposição em Moçambique, afirma que a recolha de assinaturas para destituir o presidente Ossufo Momade é ilegal.
- A iniciativa foi promovida por um grupo de ex-guerrilheiros.
- Os ex-guerrilheiros acusam a liderança atual de querer provocar instabilidade interna.
- A Renamo reforça a necessidade de seguir os mecanismos legais existentes para mudanças de liderança.
- Não foram apresentadas informações oficiais sobre a extensão ou viabilidade do processo de destituição.
A direção da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) afirmou hoje que a recolha de assinaturas para destituir o presidente Ossufo Momade é ilegal, promovida por um grupo de ex-guerrilheiros que busca instabilidade interna.
A Renamo sustenta que processos internos devem respeitar regras constitucionais e não servir para desestabilizar a organização ou alterar a liderança por vias não previstas.
O anúncio surge num momento de tensão política em Moçambique, com a Renamo a insistir na via institucional para resolver divergências, rejeitando medidas não regulamentares.
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