- O Presidente da República eleito, António José Seguro, decidiu manter a residência nas Caldas da Rainha em vez de se mudar para Belém.
- A decisão aumenta os encargos de segurança pessoal do Presidente.
- Doze efectivos do Corpo de Segurança Pessoal vão trabalhar diariamente, vindos da zona de Lisboa.
- Vão revezar-se em dois veículos para assegurar que o Presidente não seja alvo de ataques.
- O erário público terá custos adicionais decorrentes desta escolha de residência.
Nos termos da decisão recente, o Presidente eleito António José Seguro irá manter residência nas Caldas da Rainha, em vez de se transferir para o Palácio de Belém, em Lisboa. A opção altera a organização da proteção pessoal do chefe de Estado.
Um grupo de cerca de uma dúzia de efectivos do Corpo de Segurança Pessoal passará a revezar-se, deslocando-se todos os dias da região de Lisboa em dois veículos. A garantia de proteção mantém-se para evitar qualquer ameaça durante o exercício do cargo.
A mudança de residência implica encargos adicionais para o erário público, já que o dispositivo de proteção é ajustado para o novo local. O objetivo é assegurar a presença contínua de meios de segurança compatíveis com o estatuto do Presidente eleito.
Custos acrescidos de segurança
A decisão de residir fora de Belém aumenta a mobilidade diária do grupo de proteção, com implicações logísticas e orçamentais. Seguranças de apoio, manutenção de frotas e rotinas de revezamento passam a integrar o planeamento anual das verbas.
Fontes oficiais indicam que o reforço de segurança não visa apenas cobrir deslocações, mas também assegurar vigilância contínua a residências oficiais e visitas institucionais. O acompanhamento permanece sob supervisão de entidades competentes.
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