- António José Seguro afirmou que o Estado tem de ser mais eficiente nos apoios às pessoas após a tempestade Kristin, para que não haja perda de confiança na democracia.
- Destacou que os apoios devem chegar rápido às pessoas e às empresas para manter atividades, evitar perdas de encomendas e assegurar salários.
- Teme que a burocracia e a inoperância de estruturas do Estado atrasem a chegada desses apoios, principalmente num momento de urgência.
- Reafirmou que a Constituição representa um país que quer progredir, defendendo o papel do Estado Social em saúde, educação e proteção para todos.
- Concluiu que não é porque as políticas falharam que se deve desistir da democracia; pelo contrário, isso fortalece a defesa do sistema.
O candidato presidencial António José Seguro afirmou hoje que o Estado deve ser mais eficiente nos apoios às pessoas após a tempestade Kristin, para evitar que a população perca a confiança na democracia. O comentário ocorreu numa reunião em Guia, Albufeira.
Seguro afirmou que os auxílios devem chegar rapidamente às famílias e às empresas, para evitar atrasos que comprometam empregos, encomendas e salários. O objetivo é manter a confiança na instituição pública.
Questionado sobre burocracia, o candidato mostrou preocupação com obstáculos que atrasem a entrega de apoios às famílias afetadas, destacando a urgência deste funcionamento.
Em Castro Verde, o candidato já tinha admitido receios sobre a morosidade estatal, que pode dificultar o acesso a apoios. Reforçou a necessidade de celeridade administrativa.
Compromisso com a Constituição e o Estado Social
No Algarve, Seguro posicionou-se como defensor da atual Constituição, defendendo um país que progride sem deixar ninguém para trás. O Estado Social foi apresentado como pilar de saúde, educação e proteção social para todos.
O candidato sustentou que o acervo constitucional não pertence a um único partido, mas aos portugueses que entendem a importância de manter políticas públicas inclusivas como caminho ao progresso.
Seguro concluiu que as falhas nas políticas não justiçam abandonar a democracia. Pelo contrário, as dificuldades fortalecem a firmeza na continuidade do caminho democrático.
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