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Bill e Hillary Clinton concordam em testemunhar no Congresso sobre caso Epstein

Bill e Hillary Clinton aceitam depor no Congresso sobre o caso Epstein, numa altura em que se discute ligações a Donald Trump e a divulgação de ficheiros

Bill e Hillary Clinton aceitam testemunhar no Congresso sobre caso Epstein
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  • Bill Clinton e Hillary Clinton aceitaram testemunhar perante uma comissão do Congresso que investiga o caso Epstein, segundo um porta-voz do casal.
  • Angel Ureña afirmou que o ex-Presidente e a ex-secretária de Estado estarão presentes e querem estabelecer um precedente para todos.
  • A comissão republicana solicitou o depoimento por ligações de Clinton com Epstein; o porta-voz disse que já testemunharam sob juramento e que alguns “não querem saber”.
  • O gabinete de Clinton acusa a Casa Branca de encobrir referências a Donald Trump, amigo de Epstein durante décadas.
  • Foram divulgados mais de três milhões de ficheiros relacionados com Epstein, com nomes de artes, desporto, empresas e política, incluindo o secretário do Comércio Howard Lutnick; a divulgação inclui, ainda, uma lista de pelo menos 12 acusações contra Trump por abuso de menores; Epstein morreu em 2019 na prisão.

O ex-presidente Bill Clinton e Hillary Clinton aceitaram testemunhar perante uma comissão do Congresso que investiga o caso Epstein. A notícia foi anunciada por um porta-voz do casal nas redes sociais.

Segundo o porta-voz Angel Ureña, os Clinton estarão presentes na comissão e pretendem estabelecer um precedente aplicável a todos. Os republicanos tinham solicitado o depoimento por ligações de Clinton com Epstein.

O gabinete de Clinton acusa a Casa Branca de divulgar informações para encobrir referências a Donald Trump, antigo amigo de Epstein que frequentou as suas festas com menores. A acusação envolve a divulgação de conteúdos relacionados com o caso.

Documentos divulgados e ligações políticas

Na sexta-feira foi publicada uma vasta operação de divulgação de ficheiros ligados a Epstein, incluindo nomes de artes, empresas, desporto e política, como o secretário do Comércio, Howard Lutnick. A publicação inclui também menções a Trump, com uma lista alegada de acusações por abusos sexuais de menores.

Epstein foi encontrado morto em 2019 na prisão federal de Nova Iorque, tendo sido considerado suicídio. A investigação seguiu as acusações de exploração sexual de menores em que era alvo.

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