Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Joana Amaral Dias não apoia Ventura nem Seguro na segunda volta

Joana Amaral Dias recusa apoiar Ventura nem António José Seguro na segunda volta, em desacordo com o ADN, que deverá endossar o Chega

Joana Amaral Dias
0:00
Carregando...
0:00
  • Joana Amaral Dias recusou apoiar André Ventura na segunda volta das presidenciais e não votará em António José Seguro, afirmou ao Correio da Manhã.
  • Diz não se rever num conjunto de posições estruturais do Chega e de Ventura, divergindo da posição do ADN.
  • O ADN deverá endossar o candidato do Chega, André Ventura, segundo o presidente Bruno Fialho.
  • Fialho apresentou aos órgãos internos do partido a proposta de apoio a Ventura; a decisão será votada ainda esta semana.
  • A decisão depende do compromisso de Ventura não aceitar alterações à Constituição que reduzam direitos, liberdades e garantias fundamentais.

Joana Amaral Dias recusou apoiar André Ventura na segunda volta das presidenciais, optando por não votar em António José Seguro. A antiga deputada do Bloco de Esquerda rejeita o alinhamento com o Chega e com o seu líder, mantendo-se sem apoio a nenhum dos dois candidatos.

A posição contrasta com a do ADN, que deverá endossar o candidato do Chega. A decisão interna do partido recai sobre a decisão de apoiar Ventura, após avaliação de compromissos eleitorais e de uma linha constitucional.

Joana Amaral Dias participou na campanha presidencial, mas a sua candidatura foi rejeitada pelo Tribunal Constitucional. O ADN, entretanto, mantém a sua linha estratégica, ainda dependente de uma votação interna sobre o endosso a Ventura.

Situação no ADN e condições para o apoio

Bruno Fialho, presidente do ADN, informou que o órgão interno do partido deverá votar a decisão ainda esta semana. O apoio a Ventura fica condicionado ao compromisso de não promover alterações constitucionais que diminuam direitos, liberdades e garantias fundamentais.

O desfecho da votação interna do ADN fica dependente de garantias legais e de uma leitura comum sobre o impacto constitucional. A decisão final deverá refletir a posição do partido de forma clara e pública.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais