- Joana Amaral Dias recusou apoiar André Ventura na segunda volta das presidenciais e não votará em António José Seguro, afirmou ao Correio da Manhã.
- Diz não se rever num conjunto de posições estruturais do Chega e de Ventura, divergindo da posição do ADN.
- O ADN deverá endossar o candidato do Chega, André Ventura, segundo o presidente Bruno Fialho.
- Fialho apresentou aos órgãos internos do partido a proposta de apoio a Ventura; a decisão será votada ainda esta semana.
- A decisão depende do compromisso de Ventura não aceitar alterações à Constituição que reduzam direitos, liberdades e garantias fundamentais.
Joana Amaral Dias recusou apoiar André Ventura na segunda volta das presidenciais, optando por não votar em António José Seguro. A antiga deputada do Bloco de Esquerda rejeita o alinhamento com o Chega e com o seu líder, mantendo-se sem apoio a nenhum dos dois candidatos.
A posição contrasta com a do ADN, que deverá endossar o candidato do Chega. A decisão interna do partido recai sobre a decisão de apoiar Ventura, após avaliação de compromissos eleitorais e de uma linha constitucional.
Joana Amaral Dias participou na campanha presidencial, mas a sua candidatura foi rejeitada pelo Tribunal Constitucional. O ADN, entretanto, mantém a sua linha estratégica, ainda dependente de uma votação interna sobre o endosso a Ventura.
Situação no ADN e condições para o apoio
Bruno Fialho, presidente do ADN, informou que o órgão interno do partido deverá votar a decisão ainda esta semana. O apoio a Ventura fica condicionado ao compromisso de não promover alterações constitucionais que diminuam direitos, liberdades e garantias fundamentais.
O desfecho da votação interna do ADN fica dependente de garantias legais e de uma leitura comum sobre o impacto constitucional. A decisão final deverá refletir a posição do partido de forma clara e pública.
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