- Durante o intervalo, Élvio Sousa falou com Carlos Teles, após a polémica que levou à interrupção dos trabalhos.
- Rubina Leal já tinha começado os trabalhos, mas antes pediu a Élvio Sousa explicações sobre o seu comportamento e um “acto de contrição” que pretendia fazer.
- O líder parlamentar do JPP afirmou que devia pedir desculpas ao deputado social-democrata pela afirmação sobre algemas.
- O deputado disse que apenas comentou que “pelo menos os presidente de Santa cruz não andou de algemas”, reiterando que não pretendia ofender.
- Garantiu ainda que existe a presunção de inocência e que ser arguido não é ser condenado.
Durante o intervalo de uma sessão legislativa, Élvio Sousa e Carlos Teles conversaram por alguns minutos, numa troca que poderá ter desbloqueado a polémica que interrompeu os trabalhos. A conversa ocorreu sem detalhes adicionais disponíveis.
Antes disso, Rubina Leal iniciou os trabalhos e, antes de prosseguir, dirigiu-se a Élvio Sousa para falar sobre o seu comportamento e um pretendido ato de contrição. O objetivo era esclarecer a conduta durante a crise anterior.
O líder parlamentar do JPP afirmou que Sousa deveria pedir desculpas ao deputado social-democrata pela observação sobre algemas. Sousa sustentou que as palavras se referiam apenas à situação de um presidente de Santa Cruz, não a qualquer agressão pessoal.
Declarações sobre algemas
Foi explicado que a frase contestada visava a presunção de inocência, defendendo que ser arguido não equivale a condenação. A declaração enfatizou a vontade de manter o debate em termos institucionais.
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