- As campanhas para as presidenciais de 18 de janeiro dos candidatos Luís Marques Mendes, António José Seguro e Henrique Gouveia e Melo custam mais de um milhão de euros.
- Luís Marques Mendes gasta 1,32 milhões de euros, sendo a campanha mais cara.
- António José Seguro prevê uma despesa de 1,13 milhões de euros, a segunda mais alta, e está entre os que recebem maior subvenção estatal.
- Henrique Gouveia e Melo estima gastar 1,025 milhões de euros e espera receber setecentos mil euros.
- André Ventura prevê despesa de 900 mil euros, com cerca de 300 mil gastos em brindes.
Os orçamentos de campanha entregues à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos mostram custos superiores a 1 milhão de euros para as campanhas presidenciais marcadas para 18 de janeiro. Os candidatos são Luís Marques Mendes, António José Seguro e Henrique Gouveia e Melo, com André Ventura a seguir.
Luís Marques Mendes lidera em despesa, com 1,32 milhões de euros. António José Seguro situa-se em 1,13 milhões, e Henrique Gouveia e Melo atinge 1,025 milhões. André Ventura projeta gastar 900 mil euros, dos quais cerca de um terço em brindes.
Os números constam nos orçamentos de campanha apresentados. O documento reflecte as projeções de cada candidato para o financiamento, incluindo custos com publicidade, logística e equipa.
Orçamentos revelam custos por candidato
Entre os montantes, Mendes apresenta a despesa mais elevada, seguido por Seguro e, depois, Gouveia e Melo. A subvenção estatal prevista varia conforme o orçamento de cada candidatura.
Subvenções estatais previstas
António José Seguro é apontado como o candidato que prevê receber a maior subvenção estatal. Já Ventura antecipa despesa menor global, mas com componente relevante de brindes no montante total. Os valores dependem das normas aplicáveis e do financiamento público disponível.
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