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Candidatos prevêem gastar 4,9 milhões; Marques Mendes tem a campanha mais cara

Campanha presidencial prevê gastar 4,9 milhões de euros; Luís Marques Mendes lidera com 1,32 milhões, António José Seguro apresenta maior receita

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Luís Marques Mendes
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  • Candidatos presidenciais estimam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha, com Luís Marques Mendes a prever 1,32 milhões.
  • António José Seguro: 1,13 milhões; Gouveia e Melo: cerca de 1 milhão; André Ventura: 900 mil euros.
  • Seguro é o único com receita superior à despesa, contando com donativos em espécie de 225 mil euros, para um total disponível de 1,49 milhões de euros.
  • Seguro também prevê a maior subvenção estatal (1,09 milhões) e não recebe apoio do partido, tal como Mendes.
  • Não entregaram os orçamentos João Cotrim Figueiredo e Humberto Correia; as eleições são em 18 de janeiro de 2026, com campanha de 4 a 16 de janeiro, e 11 candidatos a Belém.

Os candidatos às presidenciais de 2026 esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha, segundo dados divulgados pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP). O valor é superior em 3,8 milhões face à campanha de 2021, realizada durante a pandemia.

Luís Marques Mendes é quem prevê a despesa mais alta, com 1,32 milhões de euros. Seguem-se António José Seguro, com 1,13 milhões, e Gouveia e Melo, estimando perto de 1 milhão. André Ventura fica em torno de 900 mil euros.

Das 11 candidaturas admitidas pelo Tribunal Constitucional, João Cotrim Figueiredo e Humberto Correia não apresentaram orçamentos de campanha. Seguro apresenta a maior previsão de receitas, com donativos em espécie de 225 mil euros que elevam o total disponível para a campanha.

Financiamento e despesas

Seguro também espera receber a subvenção estatal mais elevada, de 1,09 milhões de euros, e não conta com apoio direto do partido. Marques Mendes prevê uma subvenção de 1 milhão de euros e 320 mil em donativos. Gouveia e Melo estimula 700 mil de subvenção e 300 mil em doações.

Entre os candidatos, Mendes investe mais na conceção da campanha (400 mil euros). Gouveia e Melo aplica 280 mil nesse campo, enquanto Seguro e Ventura concentram o gasto principal na propaganda e cartazes (450 mil e 350 mil, respetivamente).

Outros concorrentes apresentam montantes mais baixos: António Filipe projeta 395 mil euros, Jorge Pinto 97 mil e Catarina Martins 50,4 mil. Candidaturas sem financiamento de partidos não aparecem com recursos de entidades partidárias.

No fim da lista, André Pestana prevê gastar 7.200 euros, quase todo financiado por donativos, e Manuel João Vieira orça 860 euros. As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026, com 11 candidatos, número recorde em democracia desde 1976.

Concorrem nomes como Gouveia e Melo, Marques Mendes (PSD/ CDS), António Filipe (PCP), Catarina Martins (Bloco), António José Seguro (PS), Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto (Livre), Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal) e André Ventura (Chega), bem como Manuel João Vieira.

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